Salmo 107: Digam os redimidos do Senhor
Cada vez que alguém clama em aperto, Deus responde. A gratidão é o reconhecimento de que sua fidelidade não quebra.
- GêneroSalmo de ação de graças
- Versículos43
- TemaGratidão por livramentos em quatro situações críticas
Neste estudo
História e contexto do Salmo 107
7 palavras que resumem o Salmo 107
- Libertação
- Angústia
- Graças
- Maravilhas
- Redenção
- Presença
- Fidelidade
Para que serve o Salmo 107?
Este salmo também é lido em momentos de:
LIVRO V
1Deem graças ao Senhor porque ele é bom; o seu amor leal dura para sempre.
2Assim o digam os que o Senhor resgatou, os que ele livrou das mãos do adversário
3e reuniu de outras terras, do oriente e do ocidente, do norte e do mar.
4Perambularam pelo deserto e por terras áridas sem encontrar cidade habitada.
5Estavam famintos e sedentos; a sua vida se desfalecia.
6Na sua angústia, clamaram ao Senhor, e ele os livrou das suas aflições.
7Conduziu-os pelo caminho reto até que chegassem a uma cidade habitada.
8Que eles deem graças ao Senhor por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens!
9Porque ele sacia o sedento e satisfaz plenamente o faminto.
10Assentaram-se na escuridão e nas densas trevas,1 aflitos, acorrentados,
11pois se rebelaram contra as palavras de Deus e desprezaram os desígnios do Altíssimo.
12Por isso, ele os sujeitou a trabalhos pesados; eles tropeçaram, e não houve quem os ajudasse.
13Na sua angústia, clamaram ao Senhor, e ele os livrou das suas aflições.
14Ele os tirou da escuridão e das densas trevas e quebrou as correntes que os prendiam.
15Que eles deem graças ao Senhor por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens!
16Porque despedaçou as portas de bronze e rompeu as trancas de ferro.
17Tornaram-se tolos por causa dos seus caminhos rebeldes e sofreram por causa das suas maldades.
18Sentiram repugnância por toda comida e chegaram perto das portas da morte.
19Na sua angústia, clamaram ao Senhor, e ele os livrou das suas aflições.
20Ele enviou a sua palavra e os curou; ele os livrou da morte.
21Que eles deem graças ao Senhor por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens!
22Que eles ofereçam sacrifícios de ação de graças e anunciem as suas obras com cânticos de alegria!
23Fizeram-se ao mar em navios, para negócios na imensidão das águas,
24e viram as obras do Senhor, as suas maravilhas nas profundezas.
25Deus falou e provocou um vendaval que levantava as ondas.
26Subiam aos céus e desciam aos abismos; diante de tal perigo, perderam a coragem.
27Cambaleavam, tontos como bêbados, e toda a sua habilidade foi inútil.
28Na sua angústia, clamaram ao Senhor, e ele os livrou das suas aflições.
29Reduziu a tempestade a um sussurro, e as ondas sossegaram.
30Diante da calmaria, eles se alegraram, e Deus os guiou ao porto almejado.
31Que eles deem graças ao Senhor por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens!
32Que o exaltem na assembleia do povo e o louvem na reunião dos líderes!
33Ele transforma os rios em deserto; os mananciais, em terra seca.
34Faz do terreno fértil uma terra salgada, por causa da maldade dos seus moradores.
35Transforma o deserto em açudes; a terra ressecada, em mananciais.
36Ali ele estabelece os famintos, para fundarem uma cidade habitável,
37semearem lavouras, plantarem vinhas e colherem uma grande safra.
38Ele os abençoa, e eles se multiplicam; não deixa que os seus rebanhos diminuam.
39Quando, porém, reduzidos, são humilhados com opressão, desgraça e tristeza.
40Deus derrama desprezo sobre os nobres e os faz perambular em um deserto sem caminhos.
41Livra, porém, os pobres da miséria e aumenta as suas famílias como rebanhos.
42Os justos veem tudo isso e se alegram, mas todos os perversos se calam.
43Reflitam nisso os sábios e considerem os atos de amor leal do Senhor.
- 10. Ou na sombra da morte; também no versículo 14. ↩
Texto bíblico: Nova Versão Internacional (NVI)
O que o Salmo 107 ensina
O salmo apresenta quatro cenas de desespero e libertação, todas com o refrão 'deem graças ao Senhor pelo seu amor'.
Nos versículos 4 a 9, 10 a 16, 17 a 22, 23 a 31, há quatro grupos diferentes em desespero que clamam a Deus e são libertados.
O padrão é o mesmo para todos: deserto, prisão, doença, tempestade. Cada um clama, e Deus responde.
O salmo termina mostrando que Deus inverte fortunas e convida o leitor sábio a refletir sobre o padrão.
- Deserto
- Prisão
- Enfermidade
- Tempestade
- Libertação em cada caso
Cada grupo diferente, cada aperto diferente, e em todos o resultado é o mesmo: gratidão ao Senhor.
Exegese do Salmo 107
A exegese examina o que o texto dizia aos primeiros leitores.
Digam os redimidos Salmo 107:1-3
“Deem graças ao Senhor porque ele é bom; o seu amor leal dura para sempre. Assim o digam os que o Senhor resgatou, os que ele livrou das mãos do adversário e reuniu de outras terras, do oriente e do ocidente, do norte e do mar.”
O salmo abre com um chamado ao louvor. O termo traduzido por deem graças é um imperativo direto: não é sugestão, é convocação. O amor leal do Senhor que dura para sempre é a razão de ser do louvor.
Os redimidos são especificamente aqueles que o Senhor resgatou das mãos do adversário. A palavra resgatou sugere que foram arrancados de um poder que os retinha. O salmo então convida quem foi liberto a contar a história.
Eles são reunidos de outras terras, do oriente e do ocidente, do norte e do mar, sugerindo que o livramento alcança pessoas de todas as partes, de contextos muito diferentes. Não é privilégio de poucos.
O salmista começa pedindo gratidão pelos resgatados de todas as partes do mundo.
Os que vagavam pelo deserto Salmo 107:4-9
“Perambularam pelo deserto e por terras áridas sem encontrar cidade habitada. Estavam famintos e sedentos; a sua vida se desfalecia. Na sua angústia, clamaram ao Senhor, e ele os livrou das suas aflições. Conduziu-os pelo caminho reto até que chegassem a uma cidade habitada. Que eles deem graças ao Senhor por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens! Porque ele sacia o sedento e satisfaz plenamente o faminto.”
O quadro começa com movimento sem direção: perambulavam pelo deserto. Não estavam parados, mas estavam perdidos. Sem encontrar cidade habitada reforça o isolamento. Fome e sede chegaram ao ponto em que a sua vida se desfalecia, isto é, a vida deles se esvaia.
Na angústia, clamam. O verbo clamaram é o primeiro ato ativo deles. E o resultado não é imediato: Deus os livrou das suas aflições e conduziu-os pelo caminho reto. A direção é a cura para quem está perdido.
Chegaram a uma cidade habitada, que não é só um destino físico, mas um lugar de comunidade, segurança e recursos. Os versículos 8 e 9 fecham este quadro com o refrão: que deem graças porque sacia o sedento e satisfaz plenamente o faminto.
Enquanto caminhavam sem rumo, clamaram e foram conduzidos a um lugar habitável.
Os prisioneiros na escuridão Salmo 107:10-16
“Assentaram-se na escuridão e nas densas trevas, aflitos, acorrentados, pois se rebelaram contra as palavras de Deus e desprezaram os desígnios do Altíssimo. Por isso, ele os sujeitou a trabalhos pesados; eles tropeçaram, e não houve quem os ajudasse. Na sua angústia, clamaram ao Senhor, e ele os livrou das suas aflições. Ele os tirou da escuridão e das densas trevas e quebrou as correntes que os prendiam. Que eles deem graças ao Senhor por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens! Porque despedaçou as portas de bronze e rompeu as trancas de ferro.”
O segundo grupo assentaram-se na escuridão e nas densas trevas, aflitos, acorrentados. A NVI anota que a frase pode significar na sombra da morte. A cor escura é literal (prisão) e também metafórica (desespero). Não escolheram estar ali: foram sujeitados a trabalhos pesados porque se rebelaram contra as palavras de Deus.
A consequência da rebeldia não é somente punição, mas isolamento. Eles tropeçaram, e não houve quem os ajudasse. A prisão é tanto o lugar físico quanto o abandono. Na angústia, novamente clamam, e novamente Deus age: tirou-os da escuridão e das densas trevas e quebrou as correntes.
O versículo 16 descreve a força da libertação: despedaçou as portas de bronze e rompeu as trancas de ferro. Portas e trancas de metal não cedem por acaso. É uma imagem de impossibilidade, e Deus as rompe. O refrão retorna: deem graças ao Senhor por seu amor leal.
A rebelião leva à prisão. O clamor e a graça de Deus trazem a liberdade.
Os enfermos e a palavra que cura Salmo 107:17-22
“Tornaram-se tolos por causa dos seus caminhos rebeldes e sofreram por causa das suas maldades. Sentiram repugnância por toda comida e chegaram perto das portas da morte. Na sua angústia, clamaram ao Senhor, e ele os livrou das suas aflições. Ele enviou a sua palavra e os curou; ele os livrou da morte. Que eles deem graças ao Senhor por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens! Que eles ofereçam sacrifícios de ação de graças e anunciem as suas obras com cânticos de alegria!”
Desta vez não é deserto nem prisão, é enfermidade. Tornaram-se tolos por causa dos seus caminhos rebeldes e sofreram por causa das suas maldades. O texto sugere que sua situação é consequência de suas ações. Sentiram repugnância por toda comida e chegaram perto das portas da morte descreve tanto a anorexia quanto o desespero.
Na angústia clamam, e Deus não envia médicos nem medicinas. Ele enviou a sua palavra e os curou; ele os livrou da morte. A palavra de Deus tem poder criador e restaurador. No contexto deste salmo, ela funciona como aquilo que traz ressurreição onde havia morte.
Fecham com sacrifícios de ação de graças e anúncio em cânticos. Não é silêncio, é proclamação pública. Aquele que esteve perto da morte agora canta para que outros ouçam.
O sofrimento vem da própria tolice, mas a cura vem de Deus e não depende de bálsamos.
Os navegadores na tempestade Salmo 107:23-31
“Fizeram-se ao mar em navios, para negócios na imensidão das águas, e viram as obras do Senhor, as suas maravilhas nas profundezas. Deus falou e provocou um vendaval que levantava as ondas. Subiam aos céus e desciam aos abismos; diante de tal perigo, perderam a coragem. Cambaleavam, tontos como bêbados, e toda a sua habilidade foi inútil. Na sua angústia, clamaram ao Senhor, e ele os livrou das suas aflições. Reduziu a tempestade a um sussurro, e as ondas sossegaram. Diante da calmaria, eles se alegraram, e Deus os guiou ao porto almejado. Que eles deem graças ao Senhor por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens!”
O quarto grupo fizeram-se ao mar em navios para negócios na imensidão das águas. Não estavam em perigo inevitável. Estavam vivendo uma vida normal de negócios e comércio. Viram as obras do Senhor, as suas maravilhas nas profundezas sugere admiração no início. Depois, tudo muda.
Deus falou e provocou um vendaval. Não é tempestade aleatória: é palavra de Deus. Subiam aos céus e desciam aos abismos; diante de tal perigo, perderam a coragem. A amplitude de movimento entre céu e abismo desenha a oscilação entre esperança e desespero. Cambaleavam, tontos como bêbados descreve homens peritos em navegação agora inúteis.
Clamam, e Deus reduziu a tempestade a um sussurro, e as ondas sossegaram. Ele não derrotou a tempestade em combate épico, mas a transformou com a mesma facilidade com que susurra. A calmaria traz alegria, e Deus os guiou ao porto almejado. O versículo 31 fecha com gratidão na assembleia do povo e louvor entre os líderes.
O vendaval de Deus testa a morte. Apenas um clamor pode acalmar o mar.
O poder de Deus inverte a terra Salmo 107:33-39
“Ele transforma os rios em deserto; os mananciais, em terra seca. Faz do terreno fértil uma terra salgada, por causa da maldade dos seus moradores. Transforma o deserto em açudes; a terra ressecada, em mananciais. Ali ele estabelece os famintos, para fundarem uma cidade habitável, semearem lavouras, plantarem vinhas e colherem uma grande safra. Ele os abençoa, e eles se multiplicam; não deixa que os seus rebanhos diminuam. Quando, porém, reduzidos, são humilhados com opressão, desgraça e tristeza.”
Aqui o salmo muda de tom. Em vez de indivíduos em apuros, vê-se Deus atuando sobre a terra inteira. Ele transforma os rios em deserto; os mananciais, em terra seca. A mesma mão que dava água no deserto agora nega aos campos.
Faz do terreno fértil uma terra salgada, por causa da maldade dos seus moradores. A transformação não é acaso. A maldade dos habitantes provoca mudança na terra. Depois, a inversão: Transforma o deserto em açudes; a terra ressecada, em mananciais.
Ali ele estabelece os famintos, para fundarem uma cidade habitável. O deserto que era lugar de morte se torna lugar de vida e construção. Semeiam lavouras, plantam vinhas e colhem uma grande safra. De novo aparece fome saciada, mas desta vez em escala de nação. Deus os abençoa e se multiplicam; não deixa que rebanhos diminuam.
Deus transforma desertos em oásis e fertilidade em esterilidade segundo a sua vontade.
De nobre a perambulante, de pobre a próspero Salmo 107:40-42
“Deus derrama desprezo sobre os nobres e os faz perambular em um deserto sem caminhos. Livra, porém, os pobres da miséria e aumenta as suas famílias como rebanhos. Os justos veem tudo isso e se alegram, mas todos os perversos se calam.”
Quando, porém, reduzidos, são humilhados com opressão, desgraça e tristeza. A palavra reduzidos marca um declínio de fortuna. Poder que existia se foi. Deus derrama desprezo sobre os nobres e os faz perambular em um deserto sem caminhos. Os que davam ordens estão agora perdidos, como os perambuladores do início.
Mas há contraparte: Livra, porém, os pobres da miséria e aumenta as suas famílias como rebanhos. A conjunção porém marca o contraste. Não é riqueza ou falta de sofrer, é libertação da miséria e crescimento familiar. O pobre não é exaltado a nobre, é apenas trazido para fora da fossa.
Os justos veem tudo isso e se alegram, mas todos os perversos se calam. Aqui o salmo dirige a atenção para quem observa a ação de Deus. Os justos reconhecem a justiça e se alegram. Os perversos ficam em silêncio porque não têm resposta.
Deus inverte os papéis: humilha os que oprimem e exalta os que sofrem.
Considerem o amor leal do Senhor Salmo 107:43
“Reflitam nisso os sábios e considerem os atos de amor leal do Senhor.”
Reflitam nisso os sábios e considerem os atos de amor leal do Senhor. A palavra considerem (ou entendam) aparece só aqui no salmo. Não é para ler e esquecer, é para examinar, meditar, internalizar o padrão.
Em cada cena, há um padrão: sofrimento, clamor e libertação. Mas o fio que une todos eles não é a morte ou a miséria. É o amor leal do Senhor, o chesed, a promessa de fidelidade que não quebra. Todo livramento é prova desse amor em ação.
O salmo convida o leitor sábio a parar. Não basta contar as histórias dos outros. É preciso ver o padrão na própria vida. Cada vez que alguém clama e é ouvido, a promessa se renova.
O salmo termina convidando à reflexão, não apenas à recitação de milagres.
Hermenêutica do Salmo 107
Como esse texto deve ser entendido e aplicado hoje?
O Salmo 107 é estruturado em padrões repetidos: desespero, clamor, libertação, gratidão. Ler o salmo como garantia de que nunca mais haverá sofrimento ignora o texto, que descreve pessoas ainda vulneráveis.
Cada quadro traz um tipo diferente de angústia. Pessoas que nunca passaram fome podem não se ver no primeiro relato, mas podem estar presas por medo, ou acamadas pela doença, ou à deriva em turbulência financeira. O salmo oferece um lugar para diferentes tipos de sofrimento reconhecerem o mesmo padrão de ajuda.
Os cristãos leem aqui a fidelidade de Deus que atravessa toda a história e toda situação de vida.
Outros textos sobre livramento e gratidão
| Passagem | O que mostra |
|---|---|
| Salmo 30 | Exaltou-me não deixando que meus inimigos se alegrassem comigo. |
| Salmo 113 | Deus ergue o pobre do pó e dá lar a quem não o tem. |
| Jonás 2 | Jonás clama da barriga do peixe e Deus o livra. |
| Lucas 8:22-25 | Jesus acalma a tempestade, retomando a imagem do Salmo 107:29. |
| Atos 16:25-26 | Paulo e Silas cantam na prisão e as portas se abrem. |
| Tiago 5:13-15 | Convida os aflitos a orar e os doentes a chamar os líderes. |
Homilética do Salmo 107
A homilética transforma o estudo em mensagem para ser pregada ou ensinada, útil para pastores, professores de EBD e grupos de estudo.
- Quando você está perdido Salmo 107:4-9Há quem chame graças porque foi guiado de volta ao caminho certo.
- Quando você está em cativeiro Salmo 107:10-16As correntes que seguram não são mais fortes que a mão de Deus.
- Quando você está adoecido Salmo 107:17-22A palavra de Deus não cura só corpos, mas desperta gratidão.
- Quando você está à deriva Salmo 107:23-31Até a tempestade mais violenta reduz-se a sussurro quando Deus fala.
- Quando Deus transforma Salmo 107:33-39A mesma mão que resseca também fecunda.
- Quando as fortunas viram Salmo 107:40-42Deus reordena as terras conforme a sua justiça.
- Quando você pensa sobre tudo isso Salmo 107:43Não é magia, é fidelidade. Toda libertação prova o amor leal.
Aplicação espiritual do Salmo 107
- Você está cansado de não achar saídaLembre-se do perambulador que foi conduzido ao caminho reto.
- Sente-se preso ou controladoLembre-se de quem estava acorrentado e teve as correntes quebradas.
- A doença pesaLembre-se da palavra que Deus enviou e que cura.
- A vida parece uma tempestadeLembre-se do vendaval que Deus reduziu a um sussurro.
- Vê injustiçaLembre-se de que Deus vê e inverte as fortunas.
- Passou por criseLembre-se do sacrifício de ação de graças em público.
- Quer compreender DeusLembre-se dos quatro relatos de desespero e libertação.
Mensagem centralCada vez que alguém clama em aperto, Deus responde. A gratidão é o reconhecimento de que sua fidelidade não quebra.
Oração baseada no Salmo 107
7 títulos de pregações sobre o Salmo 107
- Deem Graças pelos Livramentos
- Quatro Tipos de Aperto, Uma Resposta
- Do Deserto ao Caminho Reto
- Quebrando as Correntes que Te Prendem
- De Tão Perto da Morte, a Palavra que Cura
- Na Tempestade, um Sussurro
- Considerem os Atos de Amor Leal
7 Salmos relacionados ao Salmo 107
- 23Salmo 23: O Senhor é o meu pastorConfiançaTambém apresenta Deus cuidando em vale escuro e protegendo diante de inimigos.
- 30Salmo 30: Do lamento à dançaTransformaçãoPranto vira dança, luto vira alegria.
- 40Salmo 40: Esperei com paciênciaLibertaçãoTirou-me da lama, colocou os pés num lugar firme.
- 113Salmo 113: Louvem o nome do SenhorJustiçaDeus ergue o necessitado, tema da inversão de fortunas.
- 116Salmo 116: Amo o Senhor porque me ouviuGratidãoAgradece por livramento da morte.
- 118Salmo 118: Este é o dia que o Senhor fezLouvorCada verso lembra que o amor de Deus dura para sempre.
- 138Salmo 138: Dou-te graças de todo o coraçãoEntregaNo dia que clamei respondeste-me.
Perguntas frequentes sobre o Salmo 107
O que significa o Salmo 107?
Conta quatro histórias de pessoas em apuros: perdidas no deserto, presas na escuridão, doentes e navegadores na tempestade. Em cada caso, clamam a Deus e são libertadas. O salmo termina convocando à gratidão.
Qual é o refrão do Salmo 107?
Depois de cada história de livramento, o salmo repete: Que eles deem graças ao Senhor por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens. É o fio que une as quatro narrativas diferentes.
O Salmo 107 é só para quem tem problemas grandes?
Não. Oferece um lugar para diferentes tipos de desespero: estar perdido, preso, doente ou à deriva. Pessoas podem se reconhecer em uma ou outra cena. A ideia central é que quando se clama, há resposta.
Por que o Salmo 107 menciona desertos, prisões, doença e mar?
Porque cobrem experiências comuns de sofrimento: isolamento, controle, enfermidade e perigo. Cada um traz a sua própria angústia. O salmo diz que em todas elas há padrão: clamor, resposta, gratidão.
O Salmo 107 promete que eu nunca mais terei problemas?
Não. Promete que quando clamar, será ouvido. As pessoas no salmo não vivem sempre em pasto tranquilo. Elas enfrentam apuros. A promessa é que o Senhor está presente quando clamam.
Como o Novo Testamento interpreta o Salmo 107?
Lucas retoma a imagem da tempestade acalmada (107:29) quando Jesus acalma a tempestade. Paulo e Silas cantam na prisão e portas se abrem. Tiago convida os aflitos a orar.
Posso rezar o Salmo 107 quando estou em dificuldade?
Sim. Leia o bloco que mais fala ao seu desespero atual. Se está perdido, leia versículos 4-9. Se preso, 10-16. Se doente, 17-22. Se à deriva, 23-31. Depois, transforme em oração pessoal.