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Salmo

Salmo 105: Lembrem das obras de Deus

Em uma frase

Deus nunca esquece de sua aliança e a cumpre através de gerações, mesmo quando os tempos parecem contraditórios.

Neste estudo
  1. História
  2. Para que serve
  3. Texto bíblico
  4. O que ensina
  5. Exegese
  6. Hermenêutica
  7. Homilética (para pregadores)
  8. Aplicação
  9. Oração
  10. Pregações
  11. Salmos relacionados
  12. Perguntas frequentes

História e contexto do Salmo 105

7 palavras que resumem o Salmo 105

  1. Aliança
  2. Fidelidade
  3. Promessa
  4. Providência
  5. História
  6. Milagre
  7. Herança

Para que serve o Salmo 105?

Este salmo também é lido em momentos de:

Salmo 105 NVI

1Deem graças ao Senhor e invoquem o seu nome! Divulguem entre as nações o que ele tem feito!

2Cantem a ele; louvem-no! Falem de todas as suas maravilhas!

3Gloriem-se no seu santo nome! Alegre-se o coração dos que buscam o Senhor!

4Busquem ao Senhor e ao seu poder; busquem sempre a sua face!

5Lembrem-se das maravilhas que ele fez, dos seus prodígios e das ordenanças que pronunciou,

6ó descendentes de Abraão, o seu servo; ó filhos de Jacó, os seus escolhidos!

7Ele é o Senhor, o nosso Deus; as suas ordenanças estão em toda a terra.

8Ele se lembra para sempre da sua aliança, da palavra que ordenou por mil gerações;

9da aliança que fez com Abraão, do juramento que fez a Isaque.

10Ele o confirmou como estatuto a Jacó, a Israel como aliança eterna, quando disse:

11“Darei a você a terra de Canaã, a herança que lhe pertence”.

12Quando ainda eram poucos, um punhado de peregrinos na terra,

13e vagueavam de nação em nação, de um reino a outro,

14ele não permitiu que ninguém os oprimisse; por causa deles, repreendeu reis, dizendo:

15“Não toquem nos meus ungidos; não maltratem os meus profetas!”.

16Ele mandou vir fome sobre a terra e destruiu todo o seu sustento;

17adiante deles, enviou um homem: José, que foi vendido como escravo.

18Machucaram-lhe os pés com correntes e com ferros prenderam-lhe o pescoço,

19até que se cumprisse o que ele próprio previra e a palavra do Senhor o confirmou.

20O rei mandou soltá-lo; o governante dos povos o libertou.

21Ele o constituiu senhor do seu palácio e administrador de todos os seus bens,

22para instruir os seus oficiais como desejasse e ensinar a sabedoria às autoridades do rei.

23Então, Israel foi para o Egito; Jacó viveu como estrangeiro na terra de Cam.

24Deus multiplicou o seu povo, tornou-o mais poderoso do que os seus adversários

25e mudou o coração deles para que odiassem o seu povo, para que tramassem contra os seus servos.

26Então, enviou Moisés, o seu servo, e Arão, a quem tinha escolhido,

27por meio dos quais realizou os seus sinais milagrosos e os seus prodígios na terra de Cam.

28Ele enviou trevas, e houve trevas; pois não se rebelaram1 contra as suas palavras?

29Ele transformou as águas deles em sangue, causando a morte dos seus peixes.

30A terra deles ficou infestada de rãs, até mesmo os aposentos reais.

31Ele ordenou, e enxames de moscas e mosquitos invadiram o território deles.

32Deu-lhes granizo, em vez de chuva, e raios flamejantes por toda a terra;

33arrasou as suas videiras e figueiras e destruiu as árvores do seu território.

34Ordenou, e vieram enxames de gafanhotos, gafanhotos inumeráveis.

35Eles devoraram toda a vegetação daquela terra e consumiram tudo o que a lavoura produziu.

36Depois matou todos os primogênitos da terra deles, todas as primícias da sua virilidade.

37Ele tirou de lá Israel, que saiu cheio de prata e ouro. Não havia entre as suas tribos quem fraquejasse.

38Os egípcios alegraram-se quando eles saíram, pois estavam com verdadeiro pavor dos israelitas.

39Ele estendeu uma nuvem como coberta e lhes deu fogo para iluminar a noite.

40Pediram, e ele enviou codornizes; saciou-os com pão do céu.

41Ele fendeu a rocha, e jorrou água, que escorreu como um rio pelo deserto.

42Pois ele se lembrou da santa promessa que fizera a Abraão, o seu servo.

43Fez o seu povo sair cheio de júbilo; os seus escolhidos, com cânticos alegres.

44Deu-lhes as terras das nações, e eles tomaram posse do fruto do trabalho de outros povos,

45para que obedecessem aos seus estatutos e guardassem as suas leis. Aleluia!

  1. 28. A Septuaginta e a Versão Siríaca trazem mas eles se rebelaram. ↩

Texto bíblico: Nova Versão Internacional (NVI)

O que o Salmo 105 ensina

O salmo é um resumo da história do povo desde Abraão até a entrada em Canaã, mostrando como Deus cumpriu cada etapa da sua promessa.

Deus fez uma aliança com Abraão, prometendo dar a terra de Canaã aos seus descendentes e lembrou-se dessa promessa por mil gerações.

Multiplicou o povo no Egito, mas os protegeu de opressão; enviou pragas sobre o Egito e tirou o povo com prata e ouro.

Alimentou o povo no deserto com maná e água, e deu a posse da terra para que guardassem os seus estatutos.

  1. Aliança com Abraão
  2. promessa preservada
  3. José no Egito
  4. pragas e êxodo
  5. posse e leis

De ponta a ponta, o salmo mostra que Deus não esquece e cumpre suas promessas, mesmo quando séculos passam.

Exegese do Salmo 105

A exegese examina o que o texto dizia aos primeiros leitores.

Deem graças e divulguem Salmo 105:1-4

“Deem graças ao Senhor e invoquem o seu nome! Divulguem entre as nações o que ele tem feito! Cantem a ele; louvem-no! Falem de todas as suas maravilhas! Gloriem-se no seu santo nome! Alegre-se o coração dos que buscam o Senhor! Busquem ao Senhor e ao seu poder; busquem sempre a sua face!”

Os versículos 1 e 2 abrem com imperativos: Deem graças ao Senhor e invoquem o seu nome! Divulguem entre as nações o que ele tem feito! Cantem a ele; louvem-no! Falem de todas as suas maravilhas! Não é louvor privado; é divulgação entre as nações. O povo é convidado a testemunhar.

Os versículos 3 e 4 aprofundam: Gloriem-se no seu santo nome! Alegre-se o coração dos que buscam o Senhor! Busquem ao Senhor e ao seu poder; busquem sempre a sua face! A glória está no nome de Deus, não em poder humano. E a busca é contínua: sempre buscam.

O salmo começa com um chamado coletivo a louvar e contar as maravilhas de Deus.

Aliança com Abraão Salmo 105:7-11

“Ele é o Senhor, o nosso Deus; as suas ordenanças estão em toda a terra. Ele se lembra para sempre da sua aliança, da palavra que ordenou por mil gerações; da aliança que fez com Abraão, do juramento que fez a Isaque. Ele o confirmou como estatuto a Jacó, a Israel como aliança eterna, quando disse: “Darei a você a terra de Canaã, a herança que lhe pertence”.”

O versículo 7 estabelece a autoridade: Ele é o Senhor, o nosso Deus; as suas ordenanças estão em toda a terra. Deus não é local; é Senhor universal. Os versículos 8 e 9 afirmam a memória: Ele se lembra para sempre da sua aliança, da palavra que ordenou por mil gerações; da aliança que fez com Abraão, do juramento que fez a Isaque. Mil gerações é linguagem de eternidade.

Os versículos 10 e 11 descrevem a promessa: Ele o confirmou como estatuto a Jacó, a Israel como aliança eterna, quando disse: Darei a você a terra de Canaã, a herança que lhe pertence. A promessa é clara: terra para herança. E é estatuto, é lei, é eterna.

A aliança é eterna e Deus nunca a esqueceu.

Peregrinação e proteção Salmo 105:12-15

“Quando ainda eram poucos, um punhado de peregrinos na terra, e vagueavam de nação em nação, de um reino a outro, ele não permitiu que ninguém os oprimisse; por causa deles, repreendeu reis, dizendo: “Não toquem nos meus ungidos; não maltratem os meus profetas!”.”

Os versículos 12 e 13 descrevem a fragilidade original: Quando ainda eram poucos, um punhado de peregrinos na terra, e vagueavam de nação em nação, de um reino a outro. Não tinham poder; eram uma minoria em terras estrangeiras.

Os versículos 14 e 15 revelam a proteção: Ele não permitiu que ninguém os oprimisse; por causa deles, repreendeu reis, dizendo: Não toquem nos meus ungidos; não maltratem os meus profetas! Deus interveio em defesa deles. Os reis foram advertidos. A expressão ungidos e profetas refere-se ao povo como um todo, não ainda a reis específicos; ele é o povo consagrado de Deus.

Quando eram poucos, Deus os protegeu de toda opressão.

José vendido e preso Salmo 105:16-19

“Ele mandou vir fome sobre a terra e destruiu todo o seu sustento; adiante deles, enviou um homem: José, que foi vendido como escravo. Machucaram-lhe os pés com correntes e com ferros prenderam-lhe o pescoço, até que se cumprisse o que ele próprio previra e a palavra do Senhor o confirmou.”

Os versículos 16 e 17 começam a história de José: Ele mandou vir fome sobre a terra e destruiu todo o seu sustento; adiante deles, enviou um homem: José, que foi vendido como escravo. A fome veio, José foi vendido. Parece derrota, mas é providência.

Os versículos 18 e 19 descrevem a prisão: Machucaram-lhe os pés com correntes e com ferros prenderam-lhe o pescoço, até que se cumprisse o que ele próprio previra e a palavra do Senhor o confirmou. José sofreu, mas a palavra de Deus em seu coração se cumpria. A fé o sustentava.

Fome, venda e cárcere: Deus preparava José através do sofrimento.

José governador Salmo 105:20-22

“O rei mandou soltá-lo; o governante dos povos o libertou. Ele o constituiu senhor do seu palácio e administrador de todos os seus bens, para instruir os seus oficiais como desejasse e ensinar a sabedoria às autoridades do rei.”

Os versículos 20, 21 e 22 trazem a libertação: O rei mandou soltá-lo; o governante dos povos o libertou. Ele o constituiu senhor do seu palácio e administrador de todos os seus bens, para instruir os seus oficiais como desejasse e ensinar a sabedoria às autoridades do rei. José passou de prisioneiro a governador. O Faraó não conhecia a história; estava apenas procurando sabedoria. Mas era Deus movendo o rei.

Do cárcere ao governo: a libertação e elevação de José.

Israel multiplicado no Egito Salmo 105:23-27

“Então, Israel foi para o Egito; Jacó viveu como estrangeiro na terra de Cam. Deus multiplicou o seu povo, tornou-o mais poderoso do que os seus adversários e mudou o coração deles para que odiassem o seu povo, para que tramassem contra os seus servos. Então, enviou Moisés, o seu servo, e Arão, a quem tinha escolhido, por meio dos quais realizou os seus sinais milagrosos e os seus prodígios na terra de Cam.”

Os versículos 23 e 24 mostram a multiplicação: Então, Israel foi para o Egito; Jacó viveu como estrangeiro na terra de Cam. Deus multiplicou o seu povo, tornou-o mais poderoso do que os seus adversários. De pequeno punhado a multidão poderosa. O povo crescia.

O versículo 25 traz a virada: Mudou o coração deles para que odiassem o seu povo, para que tramassem contra os seus servos. O mesmo povo que tinha sido protegido agora sofria aversão. Mas isso também era providência.

Os versículos 26 e 27 introduzem os libertadores: Então, enviou Moisés, o seu servo, e Arão, a quem tinha escolhido, por meio dos quais realizou os seus sinais milagrosos e os seus prodígios na terra de Cam. Moisés e Arão, escolhidos para realizar sinais.

Deus multiplicou o povo, mas mudou o coração dos egípcios para odiar Israel.

Trevas, sangue, rãs e moscas Salmo 105:28-32

“Ele enviou trevas, e houve trevas; pois não se rebelaram contra as suas palavras? Ele transformou as águas deles em sangue, causando a morte dos seus peixes. A terra deles ficou infestada de rãs, até mesmo os aposentos reais. Ele ordenou, e enxames de moscas e mosquitos invadiram o território deles. Deu-lhes granizo, em vez de chuva, e raios flamejantes por toda a terra;”

O versículo 28 marca uma transição interpretativa: Ele enviou trevas, e houve trevas; pois não se rebelaram contra as suas palavras? A NVI traz essa pergunta retórica, mas a nota indica uma variante: e eles se rebelaram. De qualquer forma, a trevas foi enviada como castigo.

O versículo 29 continua: Ele transformou as águas deles em sangue, causando a morte dos seus peixes. A primeira praga: água em sangue. Sem água, sem peixe. O versículo 30 traz a segunda: A terra deles ficou infestada de rãs, até mesmo nos aposentos reais. Até o rei sofreu com as rãs.

O versículo 31 nomeia enxames: Ele ordenou, e enxames de moscas e mosquitos invadiram o território deles. A quarta praga. E o versículo 32 continua: Deu-lhes granizo, em vez de chuva, e raios flamejantes por toda a terra. O granizo, fogo pelo céu. O Egito era ferido repetidamente.

As primeiras pragas, um arsenal de providência divina.

Êxodo com prata, ouro e providência Salmo 105:37-41

“Ele tirou de lá Israel, que saiu cheio de prata e ouro. Não havia entre as suas tribos quem fraquejasse. Os egípcios alegraram-se quando eles saíram, pois estavam com verdadeiro pavor dos israelitas. Ele estendeu uma nuvem como coberta e lhes deu fogo para iluminar a noite. Pediram, e ele enviou codornizes; saciou-os com pão do céu. Ele fendeu a rocha, e jorrou água, que escorreu como um rio pelo deserto.”

O versículo 37 marca a saída: Ele tirou de lá Israel, que saiu cheio de prata e ouro. Não havia entre as suas tribos quem fraquejasse. Não apenas libertos; enriquecidos. Ninguém fraco demais para sair. O versículo 38 explica o ouro: Os egípcios alegraram-se quando eles saíram, pois estavam com verdadeiro pavor dos israelitas. Os egípcios queriam que saíssem; deram ouro para apressar.

Os versículos 39 a 41 descrevem a providência no deserto: Ele estendeu uma nuvem como coberta e lhes deu fogo para iluminar a noite. Pediram, e ele enviou codornizes; saciou-os com pão do céu. Ele fendeu a rocha, e jorrou água, que escorreu como um rio pelo deserto. Proteção (nuvem), alimento (codornizes, maná), água (rocha fendida). Cada necessidade foi suprida de forma miraculosa.

O povo saiu não apenas liberto, mas enriquecido, com Deus guiando.

Posse da terra e guarda dos estatutos Salmo 105:42-45

“Pois ele se lembrou da santa promessa que fizera a Abraão, o seu servo. Fez o seu povo sair cheio de júbilo; os seus escolhidos, com cânticos alegres. Deu-lhes as terras das nações, e eles tomaram posse do fruto do trabalho de outros povos, para que obedecessem aos seus estatutos e guardassem as suas leis. Aleluia!”

O versículo 42 retoma a promessa eterna: Pois ele se lembrou da santa promessa que fizera a Abraão, o seu servo. A promessa a Abraão, confirmada a Isaque e Jacó, agora se cumpria. O versículo 43 descreve a saída: Fez o seu povo sair cheio de júbilo; os seus escolhidos, com cânticos alegres. Não apenas libertos; com alegria, com cânticos.

O versículo 44 traz a herança: Deu-lhes as terras das nações, e eles tomaram posse do fruto do trabalho de outros povos. A terra não era vazia; havia cidades, terras preparadas. Eles entraram na herança pronta.

O versículo 45 conclui com a razão: Para que obedecessem aos seus estatutos e guardassem as suas leis. Aleluia! A terra foi dada com um propósito: guardar a aliança. E após toda a história, o salmo encerra com Aleluia, louvor eterno.

A herança da terra tinha um propósito: guardar as leis de Deus.

Hermenêutica do Salmo 105

A pergunta

Como esse texto deve ser entendido e aplicado hoje?

O Salmo 105 é poesia histórica que retoma a memória coletiva. Não é tratado histórico; é teologia contada como história. O foco é religioso: mostrar como Deus é fiel à sua palavra através de séculos, como guia seu povo e como a promessa se cumpre.

A estrutura do salmo também é importante: começa com um convite a louvar e contar as maravilhas. A fé se transmite pela narração. Quando você conta a história de Deus na sua vida e na vida do seu povo, você testemunha e fortifica a fé.

Para o cristão, o salmo retoma as promessas feitas a Abraão (Gálatas 3:29 afirma que os cristãos são descendência de Abraão). A aliança que durava para mil gerações agora se compreende como incluindo aqueles que creem. A provisão no deserto prefigura a providência contínua. A entrada na terra prometida prefigura a herança celestial.

Outros textos sobre a aliança e providência

PassagemO que mostra
Gênesis 12:1-3A aliança com Abraão e a promessa de uma descendência e de uma terra.
Êxodo 3-14A narrativa completa da libertação do Egito que o Salmo 105 retoma.
Salmo 78Outro salmo histórico que reconta a história do povo, com ênfase nas falhas.
Neemias 9Uma oração que também retoma a história desde Abraão até o cativeiro, com confissão.
Gálatas 3:29Paulo afirma que os cristãos são descendência de Abraão e herdeiros da promessa.
Hebreus 11Louvor pela fé de Abraão, Isaque, Jacó e Moisés, nomes centrais do Salmo 105.

Homilética do Salmo 105

A homilética transforma o estudo em mensagem para ser pregada ou ensinada, útil para pastores, professores de EBD e grupos de estudo.

  1. Testemunho entre as nações Salmo 105:1-4A fé não é privada; é testemunho público das maravilhas de Deus.
  2. Aliança eterna Salmo 105:7-11Deus fez promessa a Abraão e nunca a esqueceu, mesmo quando séculos passaram.
  3. Proteção na fragilidade Salmo 105:12-15Quando o povo era pequeno e estrangeiro, Deus o protegeu de toda opressão.
  4. Providência nas cadeias Salmo 105:16-22José sofreu, mas Deus o preparava para ser libertador do seu povo.
  5. Multiplicação e mudança Salmo 105:23-27Deus multiplicou o povo e, quando foi tempo, enviou libertadores.
  6. Pragas como argumentos de Deus Salmo 105:28-32Cada praga era um sinal de que Deus estava falando ao Egito e libertando seu povo.
  7. Providência no deserto Salmo 105:37-41Maná, água, nuvem e fogo: cada necessidade foi suprida miraculosamente.
  8. Terra como herança com propósito Salmo 105:42-45A herança não era prêmio ociosos; era terra para guardar os estatutos de Deus.

Aplicação espiritual do Salmo 105

Mensagem central

Deus nunca esquece de sua aliança e a cumpre através de gerações, mesmo quando os tempos parecem contraditórios.

A história de Deus com seu povo é narrativa de fidelidade que cada geração é convocada a contar e guardar.

Oração baseada no Salmo 105

7 títulos de pregações sobre o Salmo 105

  1. Lembrem-se das Maravilhas de Deus
  2. A Aliança Que Mil Gerações Não Esquecem
  3. Do Punhado de Peregrinos à Multidão Poderosa
  4. Providência Nas Cadeias: A História de José
  5. As Pragas Como Palavras de Deus
  6. Maná, Água e Fogo: A Provisão No Deserto
  7. Herança Com Propósito: Guardar a Lei de Deus

7 Salmos relacionados ao Salmo 105

Perguntas frequentes sobre o Salmo 105

O que significa o Salmo 105?

É um resumo da história de Israel desde Abraão até a posse de Canaã, mostrando como Deus foi fiel à sua promessa de aliança ao longo de gerações, mesmo nos tempos difíceis.

Por que o salmo retoma a história de José?

Porque a história de José ilustra um princípio central: quando Deus permite sofrimento, muitas vezes é preparação. José sofreu no cárcere, mas se tornou libertador. Sua história encoraja quem sofre sem entender por quê.

O que significam as pragas?

No contexto do salmo, as pragas não são apenas punição; são argumentos de Deus ao Faraó. Cada praga demonstra que Deus é mais poderoso que os deuses do Egito e que está decidido a libertar seu povo.

Por que o salmo enfatiza que Israel saiu cheio de prata e ouro?

Porque mostra que a libertação é completa. Não saíram só livres; saíram enriquecidos. Deus não apenas liberta; restaura dignidade e provisão.

Como o Salmo 105 se conecta com o Novo Testamento?

Paulo em Gálatas ensina que os cristãos são descendência de Abraão e herdeiros da promessa feita a ele. A fidelidade de Deus à aliança continua em Cristo, expandindo a promessa além de Israel.

O que devo aprender ao contar a história de Deus?

O salmo começa pedindo para que você divulgue entre as nações o que Deus fez. Testemunho é parte da fé. Quando você conta a sua própria história de providência, você fortifica a fé dos que ouvem.

Qual é a mensagem de esperança do Salmo 105?

Que Deus nunca esquece e cumpre suas promessas, mesmo que leve gerações. Quem está passando por dificuldade pode confiar que faz parte de um plano que se estende além do momento presente.