Salmo 105: Lembrem das obras de Deus
Deus nunca esquece de sua aliança e a cumpre através de gerações, mesmo quando os tempos parecem contraditórios.
- GêneroSalmo histórico
- Versículos45
- TemaFidelidade de Deus à aliança ao longo das gerações
Neste estudo
História e contexto do Salmo 105
7 palavras que resumem o Salmo 105
- Aliança
- Fidelidade
- Promessa
- Providência
- História
- Milagre
- Herança
Para que serve o Salmo 105?
Este salmo também é lido em momentos de:
1Deem graças ao Senhor e invoquem o seu nome! Divulguem entre as nações o que ele tem feito!
2Cantem a ele; louvem-no! Falem de todas as suas maravilhas!
3Gloriem-se no seu santo nome! Alegre-se o coração dos que buscam o Senhor!
4Busquem ao Senhor e ao seu poder; busquem sempre a sua face!
5Lembrem-se das maravilhas que ele fez, dos seus prodígios e das ordenanças que pronunciou,
6ó descendentes de Abraão, o seu servo; ó filhos de Jacó, os seus escolhidos!
7Ele é o Senhor, o nosso Deus; as suas ordenanças estão em toda a terra.
8Ele se lembra para sempre da sua aliança, da palavra que ordenou por mil gerações;
9da aliança que fez com Abraão, do juramento que fez a Isaque.
10Ele o confirmou como estatuto a Jacó, a Israel como aliança eterna, quando disse:
11“Darei a você a terra de Canaã, a herança que lhe pertence”.
12Quando ainda eram poucos, um punhado de peregrinos na terra,
13e vagueavam de nação em nação, de um reino a outro,
14ele não permitiu que ninguém os oprimisse; por causa deles, repreendeu reis, dizendo:
15“Não toquem nos meus ungidos; não maltratem os meus profetas!”.
16Ele mandou vir fome sobre a terra e destruiu todo o seu sustento;
17adiante deles, enviou um homem: José, que foi vendido como escravo.
18Machucaram-lhe os pés com correntes e com ferros prenderam-lhe o pescoço,
19até que se cumprisse o que ele próprio previra e a palavra do Senhor o confirmou.
20O rei mandou soltá-lo; o governante dos povos o libertou.
21Ele o constituiu senhor do seu palácio e administrador de todos os seus bens,
22para instruir os seus oficiais como desejasse e ensinar a sabedoria às autoridades do rei.
23Então, Israel foi para o Egito; Jacó viveu como estrangeiro na terra de Cam.
24Deus multiplicou o seu povo, tornou-o mais poderoso do que os seus adversários
25e mudou o coração deles para que odiassem o seu povo, para que tramassem contra os seus servos.
26Então, enviou Moisés, o seu servo, e Arão, a quem tinha escolhido,
27por meio dos quais realizou os seus sinais milagrosos e os seus prodígios na terra de Cam.
28Ele enviou trevas, e houve trevas; pois não se rebelaram1 contra as suas palavras?
29Ele transformou as águas deles em sangue, causando a morte dos seus peixes.
30A terra deles ficou infestada de rãs, até mesmo os aposentos reais.
31Ele ordenou, e enxames de moscas e mosquitos invadiram o território deles.
32Deu-lhes granizo, em vez de chuva, e raios flamejantes por toda a terra;
33arrasou as suas videiras e figueiras e destruiu as árvores do seu território.
34Ordenou, e vieram enxames de gafanhotos, gafanhotos inumeráveis.
35Eles devoraram toda a vegetação daquela terra e consumiram tudo o que a lavoura produziu.
36Depois matou todos os primogênitos da terra deles, todas as primícias da sua virilidade.
37Ele tirou de lá Israel, que saiu cheio de prata e ouro. Não havia entre as suas tribos quem fraquejasse.
38Os egípcios alegraram-se quando eles saíram, pois estavam com verdadeiro pavor dos israelitas.
39Ele estendeu uma nuvem como coberta e lhes deu fogo para iluminar a noite.
40Pediram, e ele enviou codornizes; saciou-os com pão do céu.
41Ele fendeu a rocha, e jorrou água, que escorreu como um rio pelo deserto.
42Pois ele se lembrou da santa promessa que fizera a Abraão, o seu servo.
43Fez o seu povo sair cheio de júbilo; os seus escolhidos, com cânticos alegres.
44Deu-lhes as terras das nações, e eles tomaram posse do fruto do trabalho de outros povos,
45para que obedecessem aos seus estatutos e guardassem as suas leis. Aleluia!
- 28. A Septuaginta e a Versão Siríaca trazem mas eles se rebelaram. ↩
Texto bíblico: Nova Versão Internacional (NVI)
O que o Salmo 105 ensina
O salmo é um resumo da história do povo desde Abraão até a entrada em Canaã, mostrando como Deus cumpriu cada etapa da sua promessa.
Deus fez uma aliança com Abraão, prometendo dar a terra de Canaã aos seus descendentes e lembrou-se dessa promessa por mil gerações.
Multiplicou o povo no Egito, mas os protegeu de opressão; enviou pragas sobre o Egito e tirou o povo com prata e ouro.
Alimentou o povo no deserto com maná e água, e deu a posse da terra para que guardassem os seus estatutos.
- Aliança com Abraão
- promessa preservada
- José no Egito
- pragas e êxodo
- posse e leis
De ponta a ponta, o salmo mostra que Deus não esquece e cumpre suas promessas, mesmo quando séculos passam.
Exegese do Salmo 105
A exegese examina o que o texto dizia aos primeiros leitores.
Deem graças e divulguem Salmo 105:1-4
“Deem graças ao Senhor e invoquem o seu nome! Divulguem entre as nações o que ele tem feito! Cantem a ele; louvem-no! Falem de todas as suas maravilhas! Gloriem-se no seu santo nome! Alegre-se o coração dos que buscam o Senhor! Busquem ao Senhor e ao seu poder; busquem sempre a sua face!”
Os versículos 1 e 2 abrem com imperativos: Deem graças ao Senhor e invoquem o seu nome! Divulguem entre as nações o que ele tem feito! Cantem a ele; louvem-no! Falem de todas as suas maravilhas! Não é louvor privado; é divulgação entre as nações. O povo é convidado a testemunhar.
Os versículos 3 e 4 aprofundam: Gloriem-se no seu santo nome! Alegre-se o coração dos que buscam o Senhor! Busquem ao Senhor e ao seu poder; busquem sempre a sua face! A glória está no nome de Deus, não em poder humano. E a busca é contínua: sempre buscam.
O salmo começa com um chamado coletivo a louvar e contar as maravilhas de Deus.
Aliança com Abraão Salmo 105:7-11
“Ele é o Senhor, o nosso Deus; as suas ordenanças estão em toda a terra. Ele se lembra para sempre da sua aliança, da palavra que ordenou por mil gerações; da aliança que fez com Abraão, do juramento que fez a Isaque. Ele o confirmou como estatuto a Jacó, a Israel como aliança eterna, quando disse: “Darei a você a terra de Canaã, a herança que lhe pertence”.”
O versículo 7 estabelece a autoridade: Ele é o Senhor, o nosso Deus; as suas ordenanças estão em toda a terra. Deus não é local; é Senhor universal. Os versículos 8 e 9 afirmam a memória: Ele se lembra para sempre da sua aliança, da palavra que ordenou por mil gerações; da aliança que fez com Abraão, do juramento que fez a Isaque. Mil gerações é linguagem de eternidade.
Os versículos 10 e 11 descrevem a promessa: Ele o confirmou como estatuto a Jacó, a Israel como aliança eterna, quando disse: Darei a você a terra de Canaã, a herança que lhe pertence. A promessa é clara: terra para herança. E é estatuto, é lei, é eterna.
A aliança é eterna e Deus nunca a esqueceu.
Peregrinação e proteção Salmo 105:12-15
“Quando ainda eram poucos, um punhado de peregrinos na terra, e vagueavam de nação em nação, de um reino a outro, ele não permitiu que ninguém os oprimisse; por causa deles, repreendeu reis, dizendo: “Não toquem nos meus ungidos; não maltratem os meus profetas!”.”
Os versículos 12 e 13 descrevem a fragilidade original: Quando ainda eram poucos, um punhado de peregrinos na terra, e vagueavam de nação em nação, de um reino a outro. Não tinham poder; eram uma minoria em terras estrangeiras.
Os versículos 14 e 15 revelam a proteção: Ele não permitiu que ninguém os oprimisse; por causa deles, repreendeu reis, dizendo: Não toquem nos meus ungidos; não maltratem os meus profetas! Deus interveio em defesa deles. Os reis foram advertidos. A expressão ungidos e profetas refere-se ao povo como um todo, não ainda a reis específicos; ele é o povo consagrado de Deus.
Quando eram poucos, Deus os protegeu de toda opressão.
José vendido e preso Salmo 105:16-19
“Ele mandou vir fome sobre a terra e destruiu todo o seu sustento; adiante deles, enviou um homem: José, que foi vendido como escravo. Machucaram-lhe os pés com correntes e com ferros prenderam-lhe o pescoço, até que se cumprisse o que ele próprio previra e a palavra do Senhor o confirmou.”
Os versículos 16 e 17 começam a história de José: Ele mandou vir fome sobre a terra e destruiu todo o seu sustento; adiante deles, enviou um homem: José, que foi vendido como escravo. A fome veio, José foi vendido. Parece derrota, mas é providência.
Os versículos 18 e 19 descrevem a prisão: Machucaram-lhe os pés com correntes e com ferros prenderam-lhe o pescoço, até que se cumprisse o que ele próprio previra e a palavra do Senhor o confirmou. José sofreu, mas a palavra de Deus em seu coração se cumpria. A fé o sustentava.
Fome, venda e cárcere: Deus preparava José através do sofrimento.
José governador Salmo 105:20-22
“O rei mandou soltá-lo; o governante dos povos o libertou. Ele o constituiu senhor do seu palácio e administrador de todos os seus bens, para instruir os seus oficiais como desejasse e ensinar a sabedoria às autoridades do rei.”
Os versículos 20, 21 e 22 trazem a libertação: O rei mandou soltá-lo; o governante dos povos o libertou. Ele o constituiu senhor do seu palácio e administrador de todos os seus bens, para instruir os seus oficiais como desejasse e ensinar a sabedoria às autoridades do rei. José passou de prisioneiro a governador. O Faraó não conhecia a história; estava apenas procurando sabedoria. Mas era Deus movendo o rei.
Do cárcere ao governo: a libertação e elevação de José.
Israel multiplicado no Egito Salmo 105:23-27
“Então, Israel foi para o Egito; Jacó viveu como estrangeiro na terra de Cam. Deus multiplicou o seu povo, tornou-o mais poderoso do que os seus adversários e mudou o coração deles para que odiassem o seu povo, para que tramassem contra os seus servos. Então, enviou Moisés, o seu servo, e Arão, a quem tinha escolhido, por meio dos quais realizou os seus sinais milagrosos e os seus prodígios na terra de Cam.”
Os versículos 23 e 24 mostram a multiplicação: Então, Israel foi para o Egito; Jacó viveu como estrangeiro na terra de Cam. Deus multiplicou o seu povo, tornou-o mais poderoso do que os seus adversários. De pequeno punhado a multidão poderosa. O povo crescia.
O versículo 25 traz a virada: Mudou o coração deles para que odiassem o seu povo, para que tramassem contra os seus servos. O mesmo povo que tinha sido protegido agora sofria aversão. Mas isso também era providência.
Os versículos 26 e 27 introduzem os libertadores: Então, enviou Moisés, o seu servo, e Arão, a quem tinha escolhido, por meio dos quais realizou os seus sinais milagrosos e os seus prodígios na terra de Cam. Moisés e Arão, escolhidos para realizar sinais.
Deus multiplicou o povo, mas mudou o coração dos egípcios para odiar Israel.
Trevas, sangue, rãs e moscas Salmo 105:28-32
“Ele enviou trevas, e houve trevas; pois não se rebelaram contra as suas palavras? Ele transformou as águas deles em sangue, causando a morte dos seus peixes. A terra deles ficou infestada de rãs, até mesmo os aposentos reais. Ele ordenou, e enxames de moscas e mosquitos invadiram o território deles. Deu-lhes granizo, em vez de chuva, e raios flamejantes por toda a terra;”
O versículo 28 marca uma transição interpretativa: Ele enviou trevas, e houve trevas; pois não se rebelaram contra as suas palavras? A NVI traz essa pergunta retórica, mas a nota indica uma variante: e eles se rebelaram. De qualquer forma, a trevas foi enviada como castigo.
O versículo 29 continua: Ele transformou as águas deles em sangue, causando a morte dos seus peixes. A primeira praga: água em sangue. Sem água, sem peixe. O versículo 30 traz a segunda: A terra deles ficou infestada de rãs, até mesmo nos aposentos reais. Até o rei sofreu com as rãs.
O versículo 31 nomeia enxames: Ele ordenou, e enxames de moscas e mosquitos invadiram o território deles. A quarta praga. E o versículo 32 continua: Deu-lhes granizo, em vez de chuva, e raios flamejantes por toda a terra. O granizo, fogo pelo céu. O Egito era ferido repetidamente.
As primeiras pragas, um arsenal de providência divina.
Êxodo com prata, ouro e providência Salmo 105:37-41
“Ele tirou de lá Israel, que saiu cheio de prata e ouro. Não havia entre as suas tribos quem fraquejasse. Os egípcios alegraram-se quando eles saíram, pois estavam com verdadeiro pavor dos israelitas. Ele estendeu uma nuvem como coberta e lhes deu fogo para iluminar a noite. Pediram, e ele enviou codornizes; saciou-os com pão do céu. Ele fendeu a rocha, e jorrou água, que escorreu como um rio pelo deserto.”
O versículo 37 marca a saída: Ele tirou de lá Israel, que saiu cheio de prata e ouro. Não havia entre as suas tribos quem fraquejasse. Não apenas libertos; enriquecidos. Ninguém fraco demais para sair. O versículo 38 explica o ouro: Os egípcios alegraram-se quando eles saíram, pois estavam com verdadeiro pavor dos israelitas. Os egípcios queriam que saíssem; deram ouro para apressar.
Os versículos 39 a 41 descrevem a providência no deserto: Ele estendeu uma nuvem como coberta e lhes deu fogo para iluminar a noite. Pediram, e ele enviou codornizes; saciou-os com pão do céu. Ele fendeu a rocha, e jorrou água, que escorreu como um rio pelo deserto. Proteção (nuvem), alimento (codornizes, maná), água (rocha fendida). Cada necessidade foi suprida de forma miraculosa.
O povo saiu não apenas liberto, mas enriquecido, com Deus guiando.
Posse da terra e guarda dos estatutos Salmo 105:42-45
“Pois ele se lembrou da santa promessa que fizera a Abraão, o seu servo. Fez o seu povo sair cheio de júbilo; os seus escolhidos, com cânticos alegres. Deu-lhes as terras das nações, e eles tomaram posse do fruto do trabalho de outros povos, para que obedecessem aos seus estatutos e guardassem as suas leis. Aleluia!”
O versículo 42 retoma a promessa eterna: Pois ele se lembrou da santa promessa que fizera a Abraão, o seu servo. A promessa a Abraão, confirmada a Isaque e Jacó, agora se cumpria. O versículo 43 descreve a saída: Fez o seu povo sair cheio de júbilo; os seus escolhidos, com cânticos alegres. Não apenas libertos; com alegria, com cânticos.
O versículo 44 traz a herança: Deu-lhes as terras das nações, e eles tomaram posse do fruto do trabalho de outros povos. A terra não era vazia; havia cidades, terras preparadas. Eles entraram na herança pronta.
O versículo 45 conclui com a razão: Para que obedecessem aos seus estatutos e guardassem as suas leis. Aleluia! A terra foi dada com um propósito: guardar a aliança. E após toda a história, o salmo encerra com Aleluia, louvor eterno.
A herança da terra tinha um propósito: guardar as leis de Deus.
Hermenêutica do Salmo 105
Como esse texto deve ser entendido e aplicado hoje?
O Salmo 105 é poesia histórica que retoma a memória coletiva. Não é tratado histórico; é teologia contada como história. O foco é religioso: mostrar como Deus é fiel à sua palavra através de séculos, como guia seu povo e como a promessa se cumpre.
A estrutura do salmo também é importante: começa com um convite a louvar e contar as maravilhas. A fé se transmite pela narração. Quando você conta a história de Deus na sua vida e na vida do seu povo, você testemunha e fortifica a fé.
Para o cristão, o salmo retoma as promessas feitas a Abraão (Gálatas 3:29 afirma que os cristãos são descendência de Abraão). A aliança que durava para mil gerações agora se compreende como incluindo aqueles que creem. A provisão no deserto prefigura a providência contínua. A entrada na terra prometida prefigura a herança celestial.
Outros textos sobre a aliança e providência
| Passagem | O que mostra |
|---|---|
| Gênesis 12:1-3 | A aliança com Abraão e a promessa de uma descendência e de uma terra. |
| Êxodo 3-14 | A narrativa completa da libertação do Egito que o Salmo 105 retoma. |
| Salmo 78 | Outro salmo histórico que reconta a história do povo, com ênfase nas falhas. |
| Neemias 9 | Uma oração que também retoma a história desde Abraão até o cativeiro, com confissão. |
| Gálatas 3:29 | Paulo afirma que os cristãos são descendência de Abraão e herdeiros da promessa. |
| Hebreus 11 | Louvor pela fé de Abraão, Isaque, Jacó e Moisés, nomes centrais do Salmo 105. |
Homilética do Salmo 105
A homilética transforma o estudo em mensagem para ser pregada ou ensinada, útil para pastores, professores de EBD e grupos de estudo.
- Testemunho entre as nações Salmo 105:1-4A fé não é privada; é testemunho público das maravilhas de Deus.
- Aliança eterna Salmo 105:7-11Deus fez promessa a Abraão e nunca a esqueceu, mesmo quando séculos passaram.
- Proteção na fragilidade Salmo 105:12-15Quando o povo era pequeno e estrangeiro, Deus o protegeu de toda opressão.
- Providência nas cadeias Salmo 105:16-22José sofreu, mas Deus o preparava para ser libertador do seu povo.
- Multiplicação e mudança Salmo 105:23-27Deus multiplicou o povo e, quando foi tempo, enviou libertadores.
- Pragas como argumentos de Deus Salmo 105:28-32Cada praga era um sinal de que Deus estava falando ao Egito e libertando seu povo.
- Providência no deserto Salmo 105:37-41Maná, água, nuvem e fogo: cada necessidade foi suprida miraculosamente.
- Terra como herança com propósito Salmo 105:42-45A herança não era prêmio ociosos; era terra para guardar os estatutos de Deus.
Aplicação espiritual do Salmo 105
- Você sente que Deus esqueceu de vocêLembre-se de que Deus se lembrou da aliança por mil gerações; sua memória não falha.
- Está numa situação parecida com a de Abraão ou JoséLembre-se de que a fragilidade não é ausência de providência; é preparação.
- Não consegue contar sua história de féLembre-se de que louvor é também testemunho; conte o que Deus fez.
- Está sofrendo sem entender por quêLembre-se de que até as cadeias de José faziam parte do plano para libertação.
- Sente-se uma minoria perdidaLembre-se de que Deus protegeu um punhado de peregrinos e os multiplicou.
- Recebe uma bênção inesperadaLembre-se de que Deus deu prata e ouro aos hebreus; a provisão vem de Deus.
- Herda terra, casa ou bensLembre-se de que toda herança tem propósito: guardar a lei de Deus e ser fiel à aliança.
Mensagem centralDeus nunca esquece de sua aliança e a cumpre através de gerações, mesmo quando os tempos parecem contraditórios.
Oração baseada no Salmo 105
7 títulos de pregações sobre o Salmo 105
- Lembrem-se das Maravilhas de Deus
- A Aliança Que Mil Gerações Não Esquecem
- Do Punhado de Peregrinos à Multidão Poderosa
- Providência Nas Cadeias: A História de José
- As Pragas Como Palavras de Deus
- Maná, Água e Fogo: A Provisão No Deserto
- Herança Com Propósito: Guardar a Lei de Deus
7 Salmos relacionados ao Salmo 105
- 78Salmo 78: Contem às próximas geraçõesHistóriaOutro salmo histórico que retoma a narrativa, com ênfase nas falhas do povo.
- 106Salmo 106: Confissão de um povo que esqueceConfissãoContinua a narrativa histórica mas com foco na infidelidade do povo e na graça de Deus.
- 113Salmo 113: Louvem o nome do SenhorLouvorLouva o cuidado de Deus pelos pobres e estéreis, retomando temas de providência.
- 135Salmo 135: O nosso Deus é maior que os ídolosLouvorLouva os atos de Deus em favor de Israel, semelhante ao Salmo 105.
- 136Salmo 136: O seu amor dura para sempreGraçaEnumera os feitos de Deus com o refrão o seu amor leal dura para sempre.
- 147Salmo 147: Ele sara os quebrantadosReconstruçãoLouva como Deus reconstrói Jerusalém, continuando o tema de providência e herança.
- 23Salmo 23: O Senhor é o meu pastorConfiançaLouva a providência pessoal de Deus como pastor; o 105 louva a providência histórica coletiva.
Perguntas frequentes sobre o Salmo 105
O que significa o Salmo 105?
É um resumo da história de Israel desde Abraão até a posse de Canaã, mostrando como Deus foi fiel à sua promessa de aliança ao longo de gerações, mesmo nos tempos difíceis.
Por que o salmo retoma a história de José?
Porque a história de José ilustra um princípio central: quando Deus permite sofrimento, muitas vezes é preparação. José sofreu no cárcere, mas se tornou libertador. Sua história encoraja quem sofre sem entender por quê.
O que significam as pragas?
No contexto do salmo, as pragas não são apenas punição; são argumentos de Deus ao Faraó. Cada praga demonstra que Deus é mais poderoso que os deuses do Egito e que está decidido a libertar seu povo.
Por que o salmo enfatiza que Israel saiu cheio de prata e ouro?
Porque mostra que a libertação é completa. Não saíram só livres; saíram enriquecidos. Deus não apenas liberta; restaura dignidade e provisão.
Como o Salmo 105 se conecta com o Novo Testamento?
Paulo em Gálatas ensina que os cristãos são descendência de Abraão e herdeiros da promessa feita a ele. A fidelidade de Deus à aliança continua em Cristo, expandindo a promessa além de Israel.
O que devo aprender ao contar a história de Deus?
O salmo começa pedindo para que você divulgue entre as nações o que Deus fez. Testemunho é parte da fé. Quando você conta a sua própria história de providência, você fortifica a fé dos que ouvem.
Qual é a mensagem de esperança do Salmo 105?
Que Deus nunca esquece e cumpre suas promessas, mesmo que leve gerações. Quem está passando por dificuldade pode confiar que faz parte de um plano que se estende além do momento presente.