Salmo 78: Contem às próximas gerações
Contar deliberadamente aos filhos os atos de Deus é o antídoto contra amnesia espiritual.
- AutorAsafe
- GêneroSalmo histórico-didático
- Versículos72
- TemaContar as obras de Deus aos filhos para que não repitam erros
Neste estudo
História e contexto do Salmo 78
7 palavras que resumem o Salmo 78
- História
- Gerações
- Milagres
- Desobediência
- Ensinamento
- Fidelidade
- Escolha
Para que serve o Salmo 78?
Este salmo também é lido em momentos de:
Masquil§1 de Asafe.
1Povo meu, escute a minha instrução; incline os ouvidos às palavras da minha boca.
2Em parábolas abrirei a minha boca; proferirei enigmas do passado —
3coisas que ouvimos e aprendemos e que os nossos pais nos contaram.
4Não as esconderemos dos nossos filhos; contaremos à próxima geração os louváveis feitos do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez.
5Ele estabeleceu um testemunho para Jacó e em Israel estabeleceu a lei; ordenou aos nossos antepassados que os ensinassem aos seus filhos,
6para que a geração seguinte os conhecesse, e também os filhos que haveriam de nascer, e eles, por sua vez, contassem aos seus próprios filhos.
7Assim, eles poriam a confiança em Deus; não se esqueceriam dos seus feitos e obedeceriam aos seus mandamentos.
8Não seriam como os seus antepassados, geração obstinada e rebelde, povo de coração inconstante, cujo espírito não se manteve fiel a Deus.
9Os homens de Efraim, flecheiros armados, viraram as costas no dia da batalha;
10não guardaram a aliança de Deus e se recusaram a viver de acordo com a sua lei.
11Esqueceram-se do que ele tinha feito, das maravilhas que lhes havia mostrado,
12dos milagres que fez diante dos seus antepassados na terra do Egito, na região de Zoã.
13Dividiu o mar para que pudessem passar; fez a água erguer-se como uma parede.
14Ele os guiou com a nuvem de dia e com a luz do fogo de noite.
15Fendeu as rochas no deserto e deu-lhes tanta água como a que flui das profundezas;
16da rocha fez brotar regatos e fluir água como um rio.
17Mas contra ele continuaram a pecar, revoltando-se no deserto contra o Altíssimo.
18Deliberadamente puseram Deus à prova, exigindo o que desejavam comer.
19Duvidaram de Deus, dizendo: “Poderá Deus preparar uma mesa no deserto?
20Quando ele feriu a rocha, a água brotou e jorrou em torrentes. Conseguirá, porém, dar-nos também de comer? Poderá suprir de carne o seu povo?”.
21O Senhor os ouviu e enfureceu-se; com fogo atacou Jacó, e a sua ira levantou-se contra Israel,
22pois eles não creram em Deus nem confiaram no seu poder salvador.
23Contudo, ele deu ordens às nuvens e abriu as portas dos céus;
24fez chover maná para que o povo comesse, deu-lhe o trigo dos céus.
25Os homens comeram o pão dos anjos; ele enviou-lhes comida até saciá-los.
26Enviou dos céus o vento leste e pelo seu poder fez avançar o vento sul.
27Fez chover sobre eles carne feito pó, bandos de aves como a areia da praia.
28Levou-as a cair dentro do acampamento, ao redor das suas tendas.
29Comeram à vontade, e assim ele satisfez o desejo deles.
30Contudo, antes de saciarem o apetite, quando ainda tinham a comida na boca,
31acendeu-se contra eles a ira de Deus; ele feriu de morte os mais fortes entre eles, matando os jovens de Israel.
32A despeito disso tudo, continuaram pecando; não creram nos seus prodígios.
33Por isso, Deus encerrou os dias deles como um sopro; os seus anos, em repentino pavor.
34Sempre que os feria de morte, eles o buscavam; com fervor se voltavam de novo para ele.
35Lembravam-se de que Deus era a sua Rocha, de que o Deus Altíssimo era o seu Redentor.
36Com a boca o adulavam, com a língua o enganavam,
37mas o coração deles não era sincero; não foram fiéis à sua aliança.
38Contudo, ele foi compassivo; perdoou-lhes as maldades e não os destruiu. Vez após vez conteve a sua ira sem despertá-la totalmente.
39Lembrou-se de que eram meros mortais, brisa passageira que não retorna.
40Quantas vezes mostraram-se rebeldes contra ele no deserto e o entristeceram na terra desolada!
41Repetidas vezes puseram Deus à prova; irritaram o Santo de Israel.
42Não se lembraram da sua mão poderosa, do dia em que os redimiu do opressor,
43do dia em que mostrou os seus prodígios no Egito, as suas maravilhas na região de Zoã,
44quando transformou os rios e os riachos dos egípcios em sangue, para que eles não pudessem beber das suas águas;
45quando enviou enxames de moscas que os devoraram e rãs que os devastaram;
46quando entregou as suas plantações às larvas e a produção da terra aos gafanhotos;
47quando destruiu as suas vinhas com o granizo e as suas figueiras bravas com a geada;
48quando entregou o gado deles ao granizo e os seus rebanhos aos raios;
49quando os atingiu com a sua ira ardente, com furor, indignação e hostilidade, com um exército de anjos destruidores.
50Abriu caminho para a sua ira; não os poupou da morte, mas entregou-os à peste.
51Matou todos os primogênitos do Egito, as primícias do vigor varonil nas tendas de Cam.
52Tirou, porém, o seu povo como ovelhas e o conduziu feito um rebanho pelo deserto.
53Ele os guiou em segurança, e não tiveram medo; os seus inimigos afundaram-se no mar.
54Assim os trouxe à fronteira da sua terra santa, aos montes que a sua mão direita conquistou.
55Expulsou nações que lá estavam, cujas terras distribuiu entre eles por herança; deu as suas tendas às tribos de Israel para que nelas habitassem.
56Eles, porém, puseram à prova o Deus Altíssimo e se rebelaram contra ele; não guardaram os seus testemunhos.
57Foram desleais e infiéis, como os seus antepassados, tão imprecisos como um arco defeituoso.
58Eles o irritaram com os santuários locais; com os seus ídolos lhe provocaram ciúmes.
59Quando soube disso, Deus se enfureceu e rejeitou totalmente Israel;
60abandonou o tabernáculo de Siló, a tenda onde habitava entre os homens.
61Entregou o símbolo do seu poder ao cativeiro e o seu esplendor nas mãos do adversário.
62Deixou que o seu povo fosse morto à espada, pois enfureceu-se com a sua herança.
63O fogo consumiu os seus jovens, e as suas moças não tiveram canções de núpcias.
64Os sacerdotes foram mortos à espada! As viúvas já nem podiam chorar.
65Então, o Senhor despertou como que de um sono, como um guerreiro se desperta do domínio do vinho.
66Fez retroceder a golpes os seus adversários e os entregou a permanente humilhação.
67Também rejeitou as tendas de José e não escolheu a tribo de Efraim;
68ao contrário, escolheu a tribo de Judá e o monte Sião, ao qual amou.
69Construiu o seu santuário como as alturas; como a terra, firmou-o para sempre.
70Escolheu o seu servo Davi e o tirou do aprisco das ovelhas,
71do pastoreio de ovelhas, para ser o pastor de Jacó, o seu povo, e de Israel, a sua herança.
72De coração íntegro Davi os pastoreou; com mãos habilidosas os conduziu.
Texto bíblico: Nova Versão Internacional (NVI)
O que o Salmo 78 ensina
O salmo estrutura-se como aula de história mostrando fidelidade de Deus e rebeldia do povo.
Nos versículos 1 a 8, há chamado para ensinar as próximas gerações sobre os atos de Deus.
Nos versículos 9 a 72, a história de Israel é recapitulada com milagres, desobediência e julgamento.
- Chamado ao ensino
- Êxodo
- Prodígios e desobediência
- Julgamento e compaixão
- Davi
A história ensina que Deus é fiel, mas o povo precisa de transmissão deliberada de memória.
Exegese do Salmo 78
A exegese examina o que o texto dizia aos primeiros leitores.
Prólogo: Contar a história Salmo 78:1-4
“Povo meu, escute a minha instrução; incline os ouvidos às palavras da minha boca. Em parábolas abrirei a minha boca; proferirei enigmas do passado — coisas que ouvimos e aprendemos e que os nossos pais nos contaram. Não as esconderemos dos nossos filhos; contaremos à próxima geração os louváveis feitos do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez.”
O salmista pede que se escute a instrução. Ele abrirá a boca em parábolas e enigmas. Parábolas eram formas de ensino que prendiam atenção.
O fundamento é transmissão intergeracional. A missão é clara: contaremos à próxima geração os louváveis feitos do Senhor.
A missão é contar aos filhos os feitos de Deus em parábolas.
O mandamento de transmitir Salmo 78:5-8
“Ele estabeleceu um testemunho para Jacó e em Israel estabeleceu a lei; ordenou aos nossos antepassados que os ensinassem aos seus filhos, para que a geração seguinte os conhecesse, e também os filhos que haveriam de nascer, e eles, por sua vez, contassem aos seus próprios filhos. Assim, eles poriam a confiança em Deus; não se esqueceriam dos seus feitos e obedeceriam aos seus mandamentos. Não seriam como os seus antepassados, geração obstinada e rebelde, povo de coração inconstante, cujo espírito não se manteve fiel a Deus.”
Deus estabeleceu testemunho para Jacó e instituiu lei em Israel: os antepassados ensinassem aos filhos.
O objetivo é que a geração seguinte conhecesse. Assim poriam confiança em Deus e obedeceriam aos mandamentos.
Ensinar aos filhos é cumprimento de mandamento de Deus.
O esquecimento e os milagres Salmo 78:9-16
“Os homens de Efraim, flecheiros armados, viraram as costas no dia da batalha; não guardaram a aliança de Deus e se recusaram a viver de acordo com a sua lei. Esqueceram-se do que ele tinha feito, das maravilhas que lhes havia mostrado, dos milagres que fez diante dos seus antepassados na terra do Egito, na região de Zoã. Dividiu o mar para que pudessem passar; fez a água erguer-se como uma parede. Ele os guiou com a nuvem de dia e com a luz do fogo de noite. Fendeu as rochas no deserto e deu-lhes tanta água como a que flui das profundezas; da rocha fez brotar regatos e fluir água como um rio.”
Os homens de Efraim, flecheiros armados, viraram as costas. Não guardaram a aliança e esqueceram-se das maravilhas.
Aqui começa recital dos feitos: milagres na terra do Egito. Dividiu o mar. Os guiou com nuvem e fogo. Fendeu rochas e deu tanta água.
Efraim falhou porque esqueceu. Deus fez milagres no Egito e no deserto.
O ciclo de pecado, ira e provisão Salmo 78:17-31
“Mas contra ele continuaram a pecar, revoltando-se no deserto contra o Altíssimo. Deliberadamente puseram Deus à prova, exigindo o que desejavam comer. Duvidaram de Deus, dizendo: “Poderá Deus preparar uma mesa no deserto? Quando ele feriu a rocha, a água brotou e jorrou em torrentes. Conseguirá, porém, dar-nos também de comer? Poderá suprir de carne o seu povo?”. O Senhor os ouviu e enfureceu-se; com fogo atacou Jacó, e a sua ira levantou-se contra Israel, pois eles não creram em Deus nem confiaram no seu poder salvador. Contudo, ele deu ordens às nuvens e abriu as portas dos céus; fez chover maná para que o povo comesse, deu-lhe o trigo dos céus. Os homens comeram o pão dos anjos; ele enviou-lhes comida até saciá-los. Contudo, antes de saciarem o apetite, quando ainda tinham a comida na boca, acendeu-se contra eles a ira de Deus; ele feriu de morte os mais fortes entre eles, matando os jovens de Israel.”
Contra Deus continuaram a pecar. Deliberadamente puseram Deus à prova. O Senhor se enfureceu. Mas depois deu ordens às nuvens e fez chover maná.
O povo comeu até se saciar. Contudo, antes de saciarem o apetite, a ira de Deus se acendeu e feriu de morte os mais fortes.
O povo continua pecando. Deus se enfurece, mas provisiona e depois julga.
Rebeldia, compaixão e as pragas Salmo 78:32-51
“A despeito disso tudo, continuaram pecando; não creram nos seus prodígios. Por isso, Deus encerrou os dias deles como um sopro; os seus anos, em repentino pavor. Sempre que os feria de morte, eles o buscavam; com fervor se voltavam de novo para ele. Lembravam-se de que Deus era a sua Rocha, de que o Deus Altíssimo era o seu Redentor. Com a boca o adulavam, com a língua o enganavam, mas o coração deles não era sincero; não foram fiéis à sua aliança. Contudo, ele foi compassivo; perdoou-lhes as maldades e não os destruiu. Vez após vez conteve a sua ira sem despertá-la totalmente. Lembrou-se de que eram meros mortais, brisa passageira que não retorna. Quantas vezes mostraram-se rebeldes contra ele no deserto e o entristeceram na terra desolada! Repetidas vezes puseram Deus à prova; irritaram o Santo de Israel. Não se lembraram da sua mão poderosa, do dia em que os redimiu do opressor, do dia em que mostrou os seus prodígios no Egito, as suas maravilhas na região de Zoã, quando transformou os rios e os riachos dos egípcios em sangue, para que eles não pudessem beber das suas águas; quando enviou enxames de moscas que os devoraram e rãs que os devastaram; quando entregou as suas plantações às larvas e a produção da terra aos gafanhotos; quando destruiu as suas vinhas com o granizo e as suas figueiras bravas com a geada; Matou todos os primogênitos do Egito, as primícias do vigor varonil nas tendas de Cam.”
A despeito de tudo, continuaram pecando. Mas quando Deus os feriu, eles o buscavam. Apesar disso, ele foi compassivo e não os destruiu.
Quantas vezes mostraram-se rebeldes no deserto! Deus mostrou os seus prodígios: transformou rios em sangue, enviou moscas, rãs, larvas, destruiu plantações. Matou os primogênitos do Egito.
Rebeldia contínua, compaixão reiterada, e recapitulação das pragas do Egito.
Terra conquistada, rejeição, Siló, e Davi Salmo 78:52-72
“Tirou, porém, o seu povo como ovelhas e o conduziu feito um rebanho pelo deserto. Ele os guiou em segurança, e não tiveram medo; os seus inimigos afundaram-se no mar. Assim os trouxe à fronteira da sua terra santa, aos montes que a sua mão direita conquistou. Expulsou nações que lá estavam, cujas terras distribuiu entre eles por herança; deu as suas tendas às tribos de Israel para que nelas habitassem. Eles, porém, puseram à prova o Deus Altíssimo e se rebelaram contra ele; não guardaram os seus testemunhos. Foram desleais e infiéis, como os seus antepassados, tão imprecisos como um arco defeituoso. Eles o irritaram com os santuários locais; com os seus ídolos lhe provocaram ciúmes. Quando soube disso, Deus se enfureceu e rejeitou totalmente Israel; abandonou o tabernáculo de Siló, a tenda onde habitava entre os homens. Entregou o símbolo do seu poder ao cativeiro e o seu esplendor nas mãos do adversário. Deixou que o seu povo fosse morto à espada, pois enfureceu-se com a sua herança. O fogo consumiu os seus jovens, e as suas moças não tiveram canções de núpcias. Os sacerdotes foram mortos à espada! As viúvas já nem podiam chorar. Então, o Senhor despertou como que de um sono, como um guerreiro se desperta do domínio do vinho. Fez retroceder a golpes os seus adversários e os entregou a permanente humilhação. Também rejeitou as tendas de José e não escolheu a tribo de Efraim; ao contrário, escolheu a tribo de Judá e o monte Sião, ao qual amou. Construiu o seu santuário como as alturas; como a terra, firmou-o para sempre. Escolheu o seu servo Davi e o tirou do aprisco das ovelhas, do pastoreio de ovelhas, para ser o pastor de Jacó, o seu povo, e de Israel, a sua herança. De coração íntegro Davi os pastoreou; com mãos habilidosas os conduziu.”
Tirou o seu povo como ovelhas. Os guiou em segurança e os trouxe à terra santa. Expulsou nações. Mas eles se rebelaram de novo, foram desleais como arco defeituoso.
Quando Deus soube, se enfureceu, rejeitou Israel e abandonou Siló. Deixou que fossem mortos. Mas então despertou, fez retroceder os adversários, escolheu Judá e Davi para ser pastor de Jacó com coração íntegro.
Conquista da terra, rejeição de Israel, abandono de Siló, e escolha de Davi.
Hermenêutica do Salmo 78
Por que um salmo tão longo sobre história? Qual a relevância hoje?
O Salmo 78 ensina por recordação da história. Para Israel, a história era teologia: Deus agira, povo respondeu com fidelidade ou infidelidade, Deus respondeu com provisão ou julgamento.
O padrão é claro: Deus é infinitamente compassivo, mas a compaixão tem limite. O abandono de Siló mostra que Deus pode rejeitar até o lugar sagrado.
Para cristãos, a relevância está na transmissão geracional. Quantas vezes igrejas repetem erros de Israel porque esqueceram os atos de Deus? O salmo convida a contar a história aos filhos.
Outros textos da Bíblia ligados a este salmo
| Passagem | O que mostra |
|---|---|
| Êxodo 1-15 | Os eventos do Egito e a travessia do mar. |
| Números 11-14 | O período no deserto com murmurações. |
| Deuteronômio 6:4-9 | O comando de ensinar aos filhos. |
| Juízes 2 | A repetição em gerações de esquecimento. |
| 1 Samuel 2-4 | Sobre o tabernáculo de Siló. |
| Salmo 105 | Outro salmo que recapitula a história. |
Homilética do Salmo 78
A homilética transforma o estudo em mensagem para ser pregada ou ensinada, útil para pastores, professores de EBD e grupos de estudo.
- O Chamado para Contar Salmo 78:1-4Contar não é opcional; é mandamento.
- O Mandamento de Ensinar Salmo 78:5-8Gerações precisam ser ensinadas deliberadamente.
- Esquecimento e Milagres Salmo 78:9-16Recordação de milagres sustenta fidelidade futura.
- O Ciclo de Pecado e Provisão Salmo 78:17-31Esquecimento leva a rebeldia, julgamento traz compaixão.
- Rebeldia, Compaixão e Pragas Salmo 78:32-51Padrão se repete: pecado, ira, compaixão.
Aplicação espiritual do Salmo 78
- Você é pai ou mãeLembre-se do mandamento de contar aos filhos os feitos de Deus.
- Vê a próxima geração longe de DeusLembre-se da amnesia espiritual como causa de rebeldia.
- Sua própria fé está fracaLembre-se de recapitular como Deus a guiou.
- Sofre consequências de rebeldiaLembre-se de que Deus não descartou o povo.
- A igreja esquece sua históriaLembre-se de que esquecimento leva a rebeldia.
- Duvida da fidelidade de DeusLembre-se dos milagres recapitulados neste salmo.
- Pensa que sua geração é únicaLembre-se dos mesmos padrões que repetem-se através das eras.
Mensagem centralContar deliberadamente aos filhos os atos de Deus é o antídoto contra amnesia espiritual.
Oração baseada no Salmo 78
7 títulos de pregações sobre o Salmo 78
- Contem às Próximas Gerações
- Amnesia Espiritual e Rebeldia
- O Mandamento de Transmitir
- Milagres Recordados, Fidelidade Renovada
- Por Que Efraim Virou as Costas
- Deus Desperta e Escolhe de Novo
- De Siló Abandonada a Judá Escolhida
7 Salmos relacionados ao Salmo 78
- 105Salmo 105: Lembrem das obras de DeusHistóriaRecapitula história com foco na fidelidade.
- 106Salmo 106: Confissão de um povo que esqueceConfissãoRecorda eventos em confissão coletiva.
- 81Salmo 81: Ouçam a voz de DeusObediênciaExorta a ouvir e menciona o êxodo.
- 135Salmo 135: O nosso Deus é maior que os ídolosLouvorRecap da história como razão para louvar.
- 23Salmo 23: O Senhor é o meu pastorPastorA imagem do pastor em Salmo 78 ecoa Salmo 23.
- 89Salmo 89: Cantarei para sempre o teu amor fielPromessaRecapitula com foco nas promessas a Davi.
- 37Salmo 37: Confie e não se irriteConfiançaEncoraja confiança mesmo vendo ímpios.
Perguntas frequentes sobre o Salmo 78
Salmo 78 é só para pessoas com filhos?
Não. Filhos é simbólico para transmissão de memória. Toda pessoa é chamada a transmitir.
Por que Deus se enfureceu tanta gente?
Porque havia padrão de rebeldia voluntária. As pessoas tinham visto milagres e escolheram não confiar.
O Salmo 78 diz que Deus pode abandonar Siló?
Sim. Se rebeldia persiste, até o lugar sagrado pode ser abandonado. Mas após Siló, Deus escolhe Judá.
Como posso contar a história se minha vida não foi dramática?
Não precisa de milagres grandiosos. Conte como Deus a guiou, como a sustentou, como a restaurou.
Qual é a relevância do Salmo 78 para o mundo moderno?
Narrativas carregam valores. Este salmo mostra que fidelidade passa de geração em geração por transmissão.
O Salmo 78 condena as igrejas modernas?
Não condena, mas adverte. Se uma igreja esquece sua história, pode cair em rebeldia por ignorância.
Por que escolher Davi no final de um salmo sobre história?
Porque Davi é a resposta de Deus à rebeldia: um pastor de coração íntegro.