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De Davi · Acróstico

Salmo 37: Confie e não se irrite

Em uma frase

Quem entrega o caminho a Deus pode descansar, pois o Senhor agirá e a herança lhe pertence.

Neste estudo
  1. História
  2. Para que serve
  3. Texto bíblico
  4. O que ensina
  5. Exegese
  6. Hermenêutica
  7. Homilética (para pregadores)
  8. Aplicação
  9. Oração
  10. Pregações
  11. Salmos relacionados
  12. Perguntas frequentes

História e contexto do Salmo 37

7 palavras que resumem o Salmo 37

  1. Confiança
  2. Paciência
  3. Humildade
  4. Herança
  5. Provisão
  6. Justiça
  7. Esperança

Para que serve o Salmo 37?

Este salmo também é lido em momentos de:

Salmo 37 NVI

De Davi.

1Não se aborreça por causa dos homens maus nem tenha inveja dos perversos;

2pois como o capim logo secarão, como a relva verde logo murcharão.

3Confie no Senhor e faça o bem; habite na terra e desfrute a fidelidade.1

4Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos desejos do seu coração.

5Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá.

6Ele fará a sua justiça brilhar como a alvorada, e a sua causa, como o sol do meio-dia.

7Descanse no Senhor e aguarde por ele com paciência; não se aborreça quando outros obtêm sucesso em seus caminhos, quando eles maquinam o mal.

8Evite a ira e rejeite a fúria; não se aborreça: isso só leva ao mal.

9Pois os ímpios serão eliminados, mas os que esperam no Senhor herdarão a terra.

10Em pouco tempo os ímpios já não existirão; por mais que você os procure, não serão encontrados.

11Mas os humildes herdarão a terra e desfrutarão pleno bem-estar.

12Os ímpios tramam contra os justos e rangem os dentes contra eles;

13o Senhor, porém, ri dos ímpios, pois sabe que o dia deles está chegando.

14Os ímpios desembainham a espada e preparam o arco para abater o necessitado e o pobre, para matar os que andam na retidão.

15Mas as espadas deles lhes atravessará o próprio coração, e os seus arcos serão quebrados.

16Melhor é o pouco do justo do que a riqueza de muitos ímpios;

17pois o braço forte dos ímpios será quebrado, mas o Senhor sustém os justos.

18O Senhor conhece os dias dos íntegros, e a herança deles permanecerá para sempre.

19Em tempos de adversidade não serão envergonhados; em dias de fome terão fartura.

20Os ímpios, contudo, perecerão; os inimigos do Senhor murcharão como a beleza dos campos; desvanecerão como fumaça.

21Os ímpios tomam emprestado e não devolvem, mas os justos dão com generosidade;

22aqueles que o Senhor abençoa herdarão a terra, mas os que ele amaldiçoa serão eliminados.

23O Senhor firma os passos de um homem quando a conduta deste lhe agrada;

24ainda que tropece, não cairá, pois o Senhor o sustenta pela mão.

25Já fui jovem e agora sou velho, mas nunca vi o justo desamparado nem a sua descendência mendigar o pão.

26Ele é sempre generoso e empresta com boa vontade; a sua descendência será abençoada.

27Desvie-se do mal e faça o bem, e você terá sempre onde morar.

28Pois o Senhor ama a justiça e não abandonará os seus fiéis. Para sempre serão protegidos, mas a descendência dos ímpios será eliminada;

29os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre.

30A boca do justo profere sabedoria, e a sua língua fala conforme a justiça.

31Ele traz no coração a lei do seu Deus; nunca pisará em falso.

32O ímpio fica à espreita do justo, querendo matá-lo,

33mas o Senhor não o deixará cair nas mãos do ímpio nem permitirá que o condenem quando julgado.

34Espere pelo Senhor e ande no caminho dele. Ele o exaltará, dando-lhe a terra por herança; você verá quando os ímpios forem eliminados.

35Vi um homem ímpio e cruel florescendo como frondosa árvore nativa,

36mas logo desapareceu e já não existia; embora eu o procurasse, não pôde ser encontrado.

37Considere o íntegro, observe o justo; há futuro1 para o homem de paz.

38Mas todos os rebeldes serão destruídos; não haverá futuro para os ímpios.

39Do Senhor vem a salvação dos justos; ele é a sua fortaleza na hora da adversidade.

40O Senhor os ajuda e os livra; ele os livra dos ímpios e os salva, porque nele se refugiam.

  1. 3. Ou e mantenha-se fiel; ou ainda desfrute pastos seguros. ↩
  2. 37. Ou haverá posteridade; também no versículo 38. ↩

Texto bíblico: Nova Versão Internacional (NVI)

O que o Salmo 37 ensina

O salmo oferece conselhos para quem vê os maus prosperarem e sente raiva.

Não se irrite com os ímpios (v. 1-2): eles desaparecem rapidinho, como capim que seca.

Confie, faça o bem e espere (v. 3-9): a terra será herança de quem confia e aguarda pacientemente.

O Senhor cuida de quem o segue e derrota quem se recusa a obedecer (v. 10-40): pouquinho do justo vale mais que muita riqueza dos ímpios.

  1. Raiva
  2. Confiança
  3. Paciência
  4. Espera
  5. Herança
  6. Paz

Quem entrega o caminho a Deus e aguarda com paciência recebe a terra em herança.

Exegese do Salmo 37

A exegese examina o que o texto dizia aos primeiros leitores.

Não se irrite com os maus Salmo 37:1-2

“Não se aborreça por causa dos homens maus nem tenha inveja dos perversos; pois como o capim logo secarão, como a relva verde logo murcharão.”

O salmista abre com um conselho direto contra dois sentimentos que aparecem juntos: aborrecer-se e ter inveja. Quando alguém vê o mal prosperar, é fácil ficar bravo e pensar “por que eles conseguem?”. O texto oferece uma razão para não fazer isso: os maus não duram. A imagem do capim e da relva verde que secam é rápida e clara. O que parece florido hoje murcha amanhã.

Não se irrite: a ira só prejudica quem a sente.

Confie, faça o bem e desejos verdadeiros virão Salmo 37:3-6

“Confie no Senhor e faça o bem; habite na terra e desfrute a fidelidade. Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos desejos do seu coração. Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá. Ele fará a sua justiça brilhar como a alvorada, e a sua causa, como o sol do meio-dia.”

Depois do conselho de não se irritar vem a instrução positiva. Confiar e fazer o bem são duas ações, não uma só. Confiar sem agir deixa a vida parada. Agir sem confiar leva ao desespero. O versículo 4 promete algo interessante: os desejos do coração virão se a pessoa se deleitar no Senhor. Não é promessa de riqueza, mas de alinhamento entre os desejos e a vontade de Deus.

Entregar o caminho ao Senhor significa deixar que ele o dirija. “Agir” é a resposta de Deus: ele fará a justiça brilhar como alvorada, e a causa, como o sol do meio-dia. No Oriente Antigo, a alvorada era esperança e o meio-dia era claridade total.

Deleite-se no Senhor e ele atenderá aos desejos do seu coração.

Descansa e aguarda: a herança pertence aos humildes Salmo 37:7-11

“Descanse no Senhor e aguarde por ele com paciência; não se aborreça quando outros obtêm sucesso em seus caminhos, quando eles maquinam o mal. Evite a ira e rejeite a fúria; não se aborreça: isso só leva ao mal. Pois os ímpios serão eliminados, mas os que esperam no Senhor herdarão a terra. Em pouco tempo os ímpios já não existirão; por mais que você os procure, não serão encontrados. Mas os humildes herdarão a terra e desfrutarão pleno bem-estar.”

O repouso no Senhor não significa não fazer nada: significa não agir por ansiedade ou raiva. Evitar a ira e rejeitar a fúria é desviar a mente de dois sentimentos perigosos que “só levam ao mal”.

Os versículos 9-11 repetem e aprofundam a promessa: os ímpios serão eliminados, não haverá futuro para eles. Mas quem espera herda a terra. A herança dos humildes não é uma riqueza visível: é o lugar certo, a paz, a provisão.

Descanse no Senhor e aguarde com paciência. O repouso e a paciência são ativos, não passivos.

O poder frágil dos ímpios contra a segurança de Deus Salmo 37:12-20

“Os ímpios tramam contra os justos e rangem os dentes contra eles; o Senhor, porém, ri dos ímpios, pois sabe que o dia deles está chegando. Os ímpios desembainham a espada e preparam o arco para abater o necessitado e o pobre, para matar os que andam na retidão. Mas as espadas deles lhes atravessará o próprio coração, e os seus arcos serão quebrados. Melhor é o pouco do justo do que a riqueza de muitos ímpios; pois o braço forte dos ímpios será quebrado, mas o Senhor sustém os justos. O Senhor conhece os dias dos íntegros, e a herança deles permanecerá para sempre. Em tempos de adversidade não serão envergonhados; em dias de fome terão fartura. Os ímpios, contudo, perecerão; os inimigos do Senhor murcharão como a beleza dos campos; desvanecerão como fumaça.”

Os ímpios tramam, rangem os dentes e desembainham a espada. Parece poder real. Mas o Senhor ri deles. Não é gozação: é a certeza de quem sabe que “o dia deles está chegando”. O versículo 15 inverte: as espadas deles atravessam o próprio coração, os arcos se quebram.

O contraste central: “Melhor é o pouco do justo do que a riqueza de muitos ímpios” (v. 16). Este não é um conselho de pobreza. É a visão clara de que qualidade de vida não se mede em quantidade de bens. O Senhor sustém o justo pelo braço forte, enquanto o dos ímpios será quebrado. Na fome e na adversidade, quem confessa confiança não será envergonhado, enquanto os ímpios murcham como beleza dos campos.

O Senhor ri dos ímpios. A atitude de Deus é segura, enquanto a dos maus é frágil.

Os passos do justo são firmados e a descendência recebe bênção Salmo 37:21-31

“Os ímpios tomam emprestado e não devolvem, mas os justos dão com generosidade; aqueles que o Senhor abençoa herdarão a terra, mas os que ele amaldiçoa serão eliminados. O Senhor firma os passos de um homem quando a conduta deste lhe agrada; ainda que tropece, não cairá, pois o Senhor o sustenta pela mão. Já fui jovem e agora sou velho, mas nunca vi o justo desamparado nem a sua descendência mendigar o pão. Ele é sempre generoso e empresta com boa vontade; a sua descendência será abençoada. Desvie-se do mal e faça o bem, e você terá sempre onde morar. Pois o Senhor ama a justiça e não abandonará os seus fiéis. Para sempre serão protegidos, mas a descendência dos ímpios será eliminada; os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre. A boca do justo profere sabedoria, e a sua língua fala conforme a justiça. Ele traz no coração a lei do seu Deus; nunca pisará em falso.”

O comportamento do justo e do ímpio aparece lado a lado. Os ímpios tomam emprestado e não devolvem, enquanto os justos dão com generosidade. Quem o Senhor abençoa herda, quem amaldiçoa é eliminado. Os passos do homem são firmados quando sua conduta agrada a Deus. Ainda que tropece, não cairá, porque o Senhor o sustém pela mão.

O salmista traz uma testemunha pessoal: “Já fui jovem e agora sou velho”. A experiência de vida comprovara que “nunca vi o justo desamparado nem a sua descendência mendigar o pão”. Esta é uma observação sobre a promessa de Deus, não um comentário sobre riqueza, mas sobre provisão básica.

A boca do justo fala sabedoria, traz a lei de Deus no coração. Por isso nunca pisará em falso.

O Senhor sustém os justos pela mão. Passos firmes são conduzidos por Deus, não apenas caminhados sozinho.

A promessa final: exaltação de quem espera Salmo 37:32-40

“O ímpio fica à espreita do justo, querendo matá-lo, mas o Senhor não o deixará cair nas mãos do ímpio nem permitirá que o condenem quando julgado. Espere pelo Senhor e ande no caminho dele. Ele o exaltará, dando-lhe a terra por herança; você verá quando os ímpios forem eliminados. Vi um homem ímpio e cruel florescendo como frondosa árvore nativa, mas logo desapareceu e já não existia; embora eu o procurasse, não pôde ser encontrado. Considere o íntegro, observe o justo; há futuro para o homem de paz. Mas todos os rebeldes serão destruídos; não haverá futuro para os ímpios. Do Senhor vem a salvação dos justos; ele é a sua fortaleza na hora da adversidade. O Senhor os ajuda e os livra; ele os livra dos ímpios e os salva, porque nele se refugiam.”

O ímpio fica à espreita do justo para matá-lo, mas o Senhor não o deixará cair nas mãos dele. Quando julgado, não será condenado. A proteção legal é tão real quanto a proteção física.

O salmista novamente oferece testemunho pessoal (v. 35-36): viu um homem ímpio florescendo como árvore nativa, mas logo desapareceu. Buscou procurar esse homem, e já não existia. Contrasta com o versículo 37: quem é íntegro tem futuro. A posteridade do homem de paz permanece.

Os rebeldes serão destruídos. Mas a salvação dos justos vem do Senhor. Ele é a fortaleza na hora da adversidade e os livra porque nele se refugiam.

Espere pelo Senhor e ande no caminho dele. Ele o exaltará.

Hermenêutica do Salmo 37

A pergunta

Como esse texto deve ser entendido e aplicado hoje?

O Salmo 37 é um salmo de confiança estruturado como ensinamento. A forma em acróstico (cada versículo começando com uma letra do alfabeto hebraico) mostra que é pedagogia: uma estrutura para memorizar e aprender. Ler “nunca vi o justo desamparado” como garantia de riqueza material ignora tanto o texto (que fala de provisão do necessário, não de abundância) quanto a experiência de santos que sofreram privação. O foco está em quem provê, não no que é provido.

O salmo não nega que os maus prosperam temporariamente. Mas afirma que o prosperar deles é breve e frágil. Para quem confia em Deus, o que importa é a herança e o futuro, não os ganhos rápidos e a inveja que eles geram. Na prática, significa parar de olhar para o sucesso alheio como medida do próprio valor.

Os cristãos leem este salmo junto com a vida de Jesus, que não prosperou em termos de riqueza, mas deixou uma herança espiritual que dura séculos. O Novo Testamento aplica a promessa de herança não à terra, mas ao reino de Deus.

Outros textos da Bíblia ligados a este salmo

PassagemO que mostra
Salmo 23:1A confiança em Deus como base para não temer, tema central do Salmo 37.
Romanos 12:19Não vinguem-se a si mesmos, deixem isso com Deus, eco direto do “não se irrite”.
1 Pedro 5:7Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele se importa com vocês.
Salmo 73Também reflete sobre o sucesso dos maus e conclui que a presença de Deus é a verdadeira riqueza.
Mateus 6:33Busquem primeiro o reino de Deus e sua justiça, e tudo mais lhes será acrescentado.
Hebreus 10:35-36Não abandonem a confiança de vocês. Vocês têm necessidade de perseverança.

Homilética do Salmo 37

A homilética transforma o estudo em mensagem para ser pregada ou ensinada, útil para pastores, professores de EBD e grupos de estudo.

  1. A inveja e a raiva desgastam você Salmo 37:1-2Quando você olha para o sucesso alheio com raiva, o dano é seu, não deles.
  2. Delicie-se no Senhor, não no que os outros têm Salmo 37:3-6Os desejos verdadeiros nascem da comunhão com Deus, não da cópia do que você vê.
  3. Descanse e aguarde: Deus age no tempo dele Salmo 37:7-9O descanso no Senhor é força, não fraqueza.
  4. Pouco com Deus vale mais que muito sem ele Salmo 37:16-20A qualidade de vida não se mede só por posses.
  5. Seus passos são firmados por Deus Salmo 37:23-24Mesmo ao tropeçar, a mão de Deus te sustém.
  6. Espere pelo Senhor e ande no caminho dele Salmo 37:34A espera não é passividade, é caminhada firme.

Aplicação espiritual do Salmo 37

Mensagem central

Quem entrega o caminho a Deus pode descansar, pois o Senhor agirá e a herança lhe pertence.

A inveja dos bens alheios rouba a paz de quem confia. Deixe a raiva e aguarde com paciência.

Oração baseada no Salmo 37

7 títulos de pregações sobre o Salmo 37

  1. Não Se Irrite: O Descanso que Vem da Confiança
  2. Pouco com Deus Vale Mais que Muito sem Ele
  3. Descanse no Senhor: A Verdadeira Força é Esperar
  4. Os Passos do Justo São Firmados por Deus
  5. Herança Segura: O Futuro de Quem Confia
  6. Por Que a Inveja Dos Maus Lhe Custa Paz
  7. Entregue o Seu Caminho ao Senhor

7 Salmos relacionados ao Salmo 37

Perguntas frequentes sobre o Salmo 37

O Salmo 37 promete que os justos ficarão ricos?

Não. O salmo promete provisão (não serão desamparados nem a descendência mendigará o pão) e herança segura. Mas “pouco do justo” pode significar humildade material. O foco está em segurança e proteção de Deus, não em riqueza.

Como aplicar o Salmo 37 quando os maus realmente prosperam hoje?

O salmo não nega que prosperam temporariamente. Mas os chama de frágeis: “como capim que seca”. Hoje, a aplicação é confiar em Deus para o que importa (integridade, paz, futuro) e deixar de lado a comparação que rouba a alegria.

O que significa “entregar o seu caminho ao Senhor”?

Significa deixar que Deus o dirija na vida, confiando que ele sabe melhor do que você. Você faz o bem e confia. Ele age. A iniciativa é sua (confiar, fazer o bem), e a resposta é sua (agir).

Por que o salmo fala tanto sobre os ímpios?

Porque o salmista estava ensinando alguém que estava irritado com o sucesso deles. Comparar os dois caminhos ajuda a verdade cair na alma. Ver que o caminho dos ímpios é frágil ajuda a soltar a raiva.

O “rio da vida” no versículo 6 é literal ou figurado?

É figurado. Não há literalmente um rio, mas a imagem de justiça brilhando como alvorada e a causa como sol do meio-dia: progressão de claridade e certeza. Significa que a verdade será conhecida.

Qual é a diferença entre confiar e simplesmente esperar?

Confiar é ação: você entrega, faz bem, aguarda. Esperar passivamente é deixar tudo como está. O Salmo 37 pede confiança ativa, que caminha e faz, mas deixa o resultado com Deus.

Este salmo acomoda quem sofre injustiça agora?

Sim, com uma mudança de perspectiva. Quem sofre injustiça pode deixar de lado a raiva (que desgasta a si mesmo) e colocar a causa nas mãos de Deus. O salmo promete que Deus não deixará o justo cair nas mãos do ímpio e o livra quando julgado. A paciência é o preço dessa confiança.