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De Davi

Salmo 68: O Pai dos órfãos

Em uma frase

O Deus que vence sobre os opressores é o mesmo que acolhe os órfãos em seu cuidado paternal.

Neste estudo
  1. História
  2. Para que serve
  3. Texto bíblico
  4. O que ensina
  5. Exegese
  6. Hermenêutica
  7. Homilética (para pregadores)
  8. Aplicação
  9. Oração
  10. Pregações
  11. Salmos relacionados
  12. Perguntas frequentes

História e contexto do Salmo 68

7 palavras que resumem o Salmo 68

  1. Levanta
  2. Vitória
  3. Órfãos
  4. Viúvas
  5. Cuidado
  6. Triunfo
  7. Santuário

Para que serve o Salmo 68?

Este salmo também é lido em momentos de:

Salmo 68 NVI

Para o mestre de música. Salmo de Davi. Cântico.

1Que Deus se levante! Sejam espalhados os seus inimigos; fujam de diante dele os seus adversários.

2Que tu os dissipes assim como o vento leva a fumaça; como a cera se derrete na presença do fogo, assim pereçam os ímpios na presença de Deus.

3Alegrem-se, porém, os justos! Exultem diante de Deus! Regozijem-se com grande alegria!

4Cantem a Deus, louvem o seu nome; exaltem aquele que cavalga sobre as nuvens;1 o seu nome é Senhor! Exultem diante dele!

5Pai para os órfãos e defensor das viúvas é Deus em sua santa habitação.

6Deus dá um lar aos solitários, liberta os presos para a prosperidade, mas os rebeldes vivem em terra árida.

7Quando saíste à frente do teu povo, ó Deus, quando marchaste pelo ermo, Pausa

8a terra tremeu, o céu derramou chuva diante de Deus, o Deus do Sinai; diante de Deus, o Deus de Israel.

9Deste chuvas generosas, ó Deus; refrescaste a tua herança exausta.

10O teu povo nela se instalou, e da tua bondade, ó Deus, supriste os pobres.

11O Senhor anunciou a palavra, e muitas mensageiras a proclamavam:

12“Reis e exércitos fogem em debandada; a dona de casa reparte os despojos.

13Mesmo quando vocês dormem entre os currais de ovelhas,1 as asas da minha pomba estão recobertas de prata; as suas penas, de ouro reluzente”.

14Quando o Todo-poderoso espalhou os reis, foi como neve no monte Zalmom.

15Montes de Basã, montes majestosos; montes escarpados, montes de Basã.

16Por que olham com inveja, ó montes escarpados, para o monte que Deus escolheu para habitação, onde o próprio Senhor habitará para sempre?

17As carruagens de Deus são incontáveis, são milhares de milhares; nelas o Senhor veio do Sinai para o seu Lugar Santo.

18Quando subiste às alturas, ó Senhor Deus, levaste cativos muitos prisioneiros; recebeste dádivas entre os homens,1 até mesmo rebeldes, para estabeleceres morada.2

19Bendito seja o Senhor que, dia após dia, carrega os nossos fardos. Deus é a nossa salvação! Pausa

20O nosso Deus é um Deus que salva; ao Soberano Senhor pertence o livramento da morte.

21Certamente Deus esmagará a cabeça dos seus inimigos, o crânio cabeludo dos que persistem nos seus próprios pecados.

22“Eu os trarei de Basã”, diz o Senhor; “eu os trarei das profundezas do mar,

23para que você encharque os pés no sangue dos inimigos, sangue do qual a língua dos cães terá a sua porção.”

24Já se vê a tua marcha triunfal, ó Deus, a marcha do meu Deus e Rei adentrando o santuário.

25À frente estão os cantores, depois os músicos; com eles vão as jovens tocando tamborins.

26Bendigam a Deus na grande congregação! Bendigam ao Senhor, descendentes1 de Israel!

27Ali está a pequena tribo de Benjamim a conduzi-los; os príncipes de Judá acompanhados de suas tropas e os príncipes de Zebulom e Naftali.

28A favor de vocês, manifeste Deus o seu poder!1 Mostra, ó Deus, o teu poder para conosco, como fizeste no passado.

29Por causa do teu templo em Jerusalém, reis te trarão presentes.

30Repreende a fera entre os juncos, a manada de touros entre os bezerros das nações. Humilhados, tragam barras de prata. Espalha as nações que têm prazer na guerra.

31Que venham embaixadores do Egito; e Cuxe envie tributos a Deus.

32Cantem a Deus, reinos da terra, louvem ao Senhor, Pausa

33aquele que cavalga os céus, os antigos céus. Escutem! Ele troveja com voz poderosa.

34Proclamem o poder de Deus! A sua majestade está sobre Israel, o seu poder está nas altas nuvens.

35Tu és temível no teu santuário, ó Deus; é o Deus de Israel que dá poder e força ao seu povo. Bendito seja Deus!

  1. 4. Ou preparem o caminho para aquele que cavalga pelos desertos. ↩
  2. 13. Ou entre as fogueiras de acampamento; ou ainda entre os alforjes. ↩
  3. 18. Ou recebeste homens como dádivas. ↩
  4. 18. Ou até dos que se rebelaram contra a tua habitação. ↩
  5. 26. Hebraico: fonte. ↩
  6. 28. Conforme alguns manuscritos do Texto Massorético e a Septuaginta. Muitos manuscritos do Texto Massorético e algumas versões antigas trazem Manifesta, ó Deus, o teu poder! ↩

Texto bíblico: Nova Versão Internacional (NVI)

O que o Salmo 68 ensina

O salmo começa com pedido de vitória e termina em louvor de vitória, mostrando dois rostos de Deus: justiceiro e protetor.

Nos versículos 1 a 3, Deus se levanta contra os inimigos e os justos exultam.

Nos versículos 4 a 18, aparece o cuidado especial por órfãos, viúvas e pobres, junto com feitos poderosos no passado.

Nos versículos 19 a 35, o salmo descreve a marcha triunfal de Deus à volta e termina com bênção sobre o povo.

  1. Levantamento de Deus
  2. dispersão dos inimigos
  3. cuidado dos fracos
  4. memória dos feitos
  5. marcha triunfal
  6. louvor universal

O que começa como um grito de guerra termina em adoração num santuário cercado de povos subjugados.

Exegese do Salmo 68

A exegese examina o que o texto dizia aos primeiros leitores.

Deus se levanta; os justos exultam Salmo 68:1-3

“Que Deus se levante! Sejam espalhados os seus inimigos; fujam de diante dele os seus adversários. Que tu os dissipes assim como o vento leva a fumaça; como a cera se derrete na presença do fogo, assim pereçam os ímpios na presença de Deus. Alegrem-se, porém, os justos! Exultem diante de Deus! Regozijem-se com grande alegria!”

O verbo “se levante” (yakum) não fala de um Deus que dormia, mas de um que se prepara para agir. A imagem dos inimigos sendo dispersos como fumaça e a cera que derrete diante do fogo mostra uma destruição total e inevitável. Os justos, em contraste, se alegram e se regozijam, pois sabem que a vitória de Deus é a sua vitória.

A abertura é um comando direto: “Que Deus se levante.”

Cantem a Deus, Pai dos órfãos Salmo 68:4-6

“Cantem a Deus, louvem o seu nome; exaltem aquele que cavalga sobre as nuvens; o seu nome é Senhor! Exultem diante dele! Pai para os órfãos e defensor das viúvas é Deus em sua santa habitação. Deus dá um lar aos solitários, liberta os presos para a prosperidade, mas os rebeldes vivem em terra árida.”

“Aquele que cavalga sobre as nuvens” é imagem de poder cósmico, semelhante ao que aparece em Salmos 104 e em textos do Antigo Próximo Oriente. Mas o texto contrasta esse poder imenso com a ternura do cuidado: o mesmo Deus que cavalga as nuvens é “Pai para os órfãos”. O nome divino “Senhor” (adonay em hebraico) ressalta autoridade, mas usada para proteger os indefesos. No verso 6, Deus “dá um lar aos solitários” e “liberta os presos para a prosperidade”, mostrando que poder sem compaixão não é o Deus do salmo.

A identidade de Deus aparece aqui: ele cavalga pelas nuvens e é Pai dos órfãos.

Quando saíste à frente do teu povo Salmo 68:7-10

“Quando saíste à frente do teu povo, ó Deus, quando marchaste pelo ermo, Pausa a terra tremeu, o céu derramou chuva diante de Deus, o Deus do Sinai; diante de Deus, o Deus de Israel. Deste chuvas generosas, ó Deus; refrescaste a tua herança exausta. O teu povo nela se instalou, e da tua bondade, ó Deus, supriste os pobres.”

Estes versículos recordam a saída do Egito e a travessia do deserto. O Sinai é mencionado, ligando a teofania (aparição de Deus) de Êxodo 19 a este salmo. A terra tremeu, o céu derramou chuva - fenômenos naturais que mostram o poder de Deus. A “herança exausta” refere-se ao povo que precisava ser refrescado. Estas lembranças não são mera nostalgia, mas prova de que Deus não esqueceu seu povo.

Memória do êxodo: o tremor da terra, a chuva, o cuidado no deserto.

Anúncio de vitória e partilha do butim Salmo 68:11-14

“O Senhor anunciou a palavra, e muitas mensageiras a proclamavam: “Reis e exércitos fogem em debandada; a dona de casa reparte os despojos. Mesmo quando vocês dormem entre os currais de ovelhas, as asas da minha pomba estão recobertas de prata; as suas penas, de ouro reluzente”. Quando o Todo-poderoso espalhou os reis, foi como neve no monte Zalmom.”

“O Senhor anunciou a palavra, e muitas mensageiras a proclamavam” é uma imagem curiosa e incomum. O verso segue com “Reis e exércitos fogem em debandada” e a afirmação de que até “a dona de casa” participa da partilha dos despojos. A pomba com asas de prata e penas de ouro não é figura de paz aqui, mas de beleza despojos da vitória. O ponto é que todos, homens e mulheres, têm lugar no louvor e na herança da vitória de Deus.

Mensagem anunciada por mulheres, exército derrotado, e despojos repartidos.

Sião escolhida e fardos carregados Salmo 68:15-21

“Montes de Basã, montes majestosos; montes escarpados, montes de Basã. Por que olham com inveja, ó montes escarpados, para o monte que Deus escolheu para habitação, onde o próprio Senhor habitará para sempre? As carruagens de Deus são incontáveis, são milhares de milhares; nelas o Senhor veio do Sinai para o seu Lugar Santo. Quando subiste às alturas, ó Senhor Deus, levaste cativos muitos prisioneiros; recebeste dádivas entre os homens, até mesmo rebeldes, para estabeleceres morada. Bendito seja o Senhor que, dia após dia, carrega os nossos fardos. Deus é a nossa salvação! Pausa O nosso Deus é um Deus que salva; ao Soberano Senhor pertence o livramento da morte. Certamente Deus esmagará a cabeça dos seus inimigos, o crânio cabeludo dos que persistem nos seus próprios pecados.”

Os montes de Basã invejam o monte Sião porque ali Deus escolheu ficar para sempre. As “carruagens de Deus” mostram seu poder infinito. “Quando subiste às alturas, levaste cativos” fala de vitória transformada em redenção.

O verso 19 marca mudança: não só evento passado, mas trabalho cotidiano. “Dia após dia, carrega os nossos fardos” é promessa para quem sofre. O “Deus que salva” garante livramento. O verso 21 retorna à derrota dos inimigos como segurança para quem confia.

Escolha de Sião, vitória redentora e cuidado diário.

Marcha triunfal adentrando o santuário Salmo 68:22-25

““Eu os trarei de Basã”, diz o Senhor; “eu os trarei das profundezas do mar, para que você encharque os pés no sangue dos inimigos, sangue do qual a língua dos cães terá a sua porção.” Já se vê a tua marcha triunfal, ó Deus, a marcha do meu Deus e Rei adentrando o santuário. À frente estão os cantores, depois os músicos; com eles vão as jovens tocando tamborins.”

Os versos 22 e 23 contêm linguagem de julgamento severo (sangue dos inimigos), mas expressam promessa de livramento completo, não um chamado para violência pessoal. Os versículos seguintes descrevem uma procissão: cantores à frente, depois músicos, jovens tocando tamborins. Esta é a marcha de regresso ao santuário, o retorno de Deus a seu lugar de habitação.

Promessa de retorno triunfal com louvor e procissão no santuário.

Benção das tribos e demonstração de poder Salmo 68:26-29

“Bendigam a Deus na grande congregação! Bendigam ao Senhor, descendentes de Israel! Ali está a pequena tribo de Benjamim a conduzi-los; os príncipes de Judá acompanhados de suas tropas e os príncipes de Zebulom e Naftali. A favor de vocês, manifeste Deus o seu poder! Mostra, ó Deus, o teu poder para conosco, como fizeste no passado. Por causa do teu templo em Jerusalém, reis te trarão presentes.”

A congregação abençoa a Deus (verso 26), e as tribos de Israel acompanham com suas tropas (verso 27). O verso 28 é mandato de louvor e demonstração de poder. Os reis trazem presentes por causa do templo em Jerusalém (verso 29).

Benção das tribos e mandato de louvor com poder.

Convite universal e louvor final Salmo 68:30-35

“Repreende a fera entre os juncos, a manada de touros entre os bezerros das nações. Humilhados, tragam barras de prata. Espalha as nações que têm prazer na guerra. Que venham embaixadores do Egito; e Cuxe envie tributos a Deus. Cantem a Deus, reinos da terra, louvem ao Senhor, Pausa aquele que cavalga os céus, os antigos céus. Escutem! Ele troveja com voz poderosa. Proclamem o poder de Deus! A sua majestade está sobre Israel, o seu poder está nas altas nuvens. Tu és temível no teu santuário, ó Deus; é o Deus de Israel que dá poder e força ao seu povo. Bendito seja Deus!”

Os versículos 30 e 31 pedem repreensão dos opressores e tributo das nações. Os versículos 32 e 33 convitam reinos da terra a louvar e reconhecer o trovão de poder divino.

“Proclamem o poder de Deus! A sua majestade está sobre Israel.” Deus é temível em seu santuário, dá poder e força ao seu povo. O salmo encerra com “Bendito seja Deus!” - afirmação de que Deus é sempre digno de louvor, independentemente de circunstâncias.

Repreensão dos opressores, convite universal ao louvor e louvor final.

Hermenêutica do Salmo 68

A pergunta

Como entender a violência no salmo e a bênção para os pobres?

O Salmo 68 mistura linguagem de guerra com cuidado dos vulneráveis. Ler só a violência é perder o ponto: os inimigos são os opressores, e a vitória é libertação dos presos. O salmo é poesia hebraica de oração política, não um manual de tática militar.

O contraste central do salmo é entre quem se opõe a Deus (inimigos, reis arrogantes) e quem sofre sob opressão (órfãos, viúvas, pobres). A “vitória” de Deus que o salmo celebra é libertação dos presos, não dominação de novos povos. Ler historicamente, o salmo reflete uma realidade: Deus toma partido dos fracos.

Os cristãos leem o salmo à luz de Cristo. O Novo Testamento cita o verso 18 (“recebeste dádivas entre os homens”) para falar de Cristo subindo aos céus e distribuindo dons ao seu povo. O “cativeiro levado cativo” é interpretado como vitória sobre o mal e distribuição de graça, não conquista territorial.

Textos que mostram Deus como protetor e vencedor

PassagemO que mostra
Êxodo 15:1-11O cântico do Mar Vermelho celebra a vitória de Deus sobre o faraó e o exército do Egito, semelhante ao tom do Salmo 68.
Isaías 40:11Deus apascenta o rebanho, carrega os cordeiros - a mesma ternura misturada com força do Salmo 68.
Salmo 113:7-9Deus levanta o pobre do pó e faz a mulher estéril mãe de filhos, semelhante ao cuidado dos órfãos e viúvas no Salmo 68.
Efésios 4:8Paulo cita o Salmo 68:18, dizendo que Cristo levou cativos e deu dons aos homens.
Colossenses 2:15Cristo despojou os principados e potestades, transformando opressão em libertação, como o Salmo 68 promete.

Homilética do Salmo 68

A homilética transforma o estudo em mensagem para ser pregada ou ensinada, útil para pastores, professores de EBD e grupos de estudo.

  1. Que Deus Se Levante Salmo 68:1-3Quando Deus se move, os inimigos da justiça não têm onde se esconder.
  2. Poder e Ternura Combinados Salmo 68:4-6O cavaleiro das nuvens é Pai dos órfãos - poder a serviço da proteção.
  3. Fidelidade Memorável Salmo 68:7-10Olhar para o passado nos mostra que Deus nunca deixou seu povo sem sustento.
  4. Carregador de Fardos Diariamente Salmo 68:19Não é promessa de ausência de problemas, mas de companhia no peso.
  5. Procissão de Louvor e Inclusão Salmo 68:24-27Todos - cantores, músicos, jovens, tribos - têm lugar na marcha triunfal.
  6. Deus Dá Poder ao Seu Povo Salmo 68:35O poder de Deus não é para si mesmo, mas para fortalecer aqueles que o adoram.

Aplicação espiritual do Salmo 68

Mensagem central

O Deus que vence sobre os opressores é o mesmo que acolhe os órfãos em seu cuidado paternal.

A vitória de Deus não é sobre povos para conquista, mas sobre o mal e a opressão para libertação.

Oração baseada no Salmo 68

7 títulos de pregações sobre o Salmo 68

  1. Que Deus Se Levante
  2. O Pai dos Órfãos e Defensor das Viúvas
  3. Quando Deus Carrega Nossos Fardos
  4. Da Derrota do Inimigo à Liberação do Cativo
  5. Fidelidade Memorável: O Que Deus Fez Antes
  6. A Procissão Triunfal de Deus e o Seu Povo
  7. Poder de Deus para Fortalecer Seu Povo

7 Salmos relacionados ao Salmo 68

Perguntas frequentes sobre o Salmo 68

Por que o Salmo 68 fala tanto de guerra?

O salmo usa linguagem de guerra para descrever a luta de Deus contra a opressão e a injustiça. Não é chamado para violência humana, mas celebração de que Deus toma partido dos fracos e derrota quem os oprime.

Como o Salmo 68 concilia poder com ternura?

O salmo mostra que a mesma força que dispersa os inimigos é usada para proteger os órfãos e viúvas. Poder a serviço da proteção é verdadeira força, não a dominação sem compaixão.

O que significa “cavalga as nuvens”?

É imagem de poder cósmico. Cavalgar as nuvens era privilégio reservado aos deuses no Antigo Próximo Oriente. O salmo diz que o Deus de Israel cavalga até mesmo as nuvens, mostrando sua autoridade sobre tudo.

Por que lembrar dos feitos do passado é importante no Salmo 68?

Quando você lembra como Deus o sustentou antes, você reconhece que o mesmo Deus que fez aquilo está com você agora. A memória de fidelidade antiga gera confiança presente.

O Salmo 68:19 realmente promete que não terei problemas?

Não. “Carrega os nossos fardos dia após dia” não promete ausência de fardos, mas companhia no peso. Você pode ter problemas, mas não os carregará sozinho.

Quem são os inimigos do Salmo 68?

Historicamente, eram povos que oprimiam Israel. Espiritualmente, o salmo fala de toda forma de opressão e injustiça que Deus se opõe. Para o cristão, inclui também as forças espirituais do mal.

Como os cristãos interpretam Salmo 68:18 sobre Cristo?

O apóstolo Paulo cita este verso em Efésios 4:8, dizendo que Cristo subiu aos céus, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens. A interpretação é que Cristo venceu o mal e distribui graça aos que creem.